quinta-feira, 13 de maio de 2010

PCD - Beep



*@*<|Neiva|>*@*(@) diz:
*eu lembro-me de estar em tua casa e estarmos a ver isto :-O
Nê diz:
*a sério?? :-O
(@)*@*<|Neiva|>*@*(@) diz:
*ya! uma vez em que fui lá ter de bicicleta e criámos o cu_da_selva ahah
Nê diz:
*:|
*já não me lembrava disso, ain... miiiiiiiiiiil.
*mil anos atrás!
(@)*@*<|Neiva|>*@*(@) diz:
*mil! :-O
*foi no 7º ano
DECIDI-ME.

domingo, 9 de maio de 2010

Desiquilíbrio

Quantas vezes já me disseram que para parecer alguma coisa, tem de se ser, acima de tudo?
Eu, primeiro - e acima de tudo -, não quero parecer que não tenho sanidade mental. Não quero ser mais uma que odeia toda a gente, que chora a toda a hora, mais uma que é sociopata. Literalmente sociopata. E que corta os pulsos. Por amor de Deus... esta visão distorce-me os sentidos!


Mas.


Passar uma noite na esquadra, e ter queixas dos nossos próprios pais (um contra o outro), é...




Eu preciso que alguém me veja (ou me traga, é indiferente!!) a sanidade mental. Urgentemente...

sms6

"Dava metade dos melhores momentos da minha vida para reviver aquele silêncio em que nos encostámos. Pois isso, amor, é o que me cura. É o contrário de "morto"."

sábado, 8 de maio de 2010

Coeur De Pirate - C'etait salement romantique

(Ah! Para que precisam eles de relações.
Eu estou ao lado dela, e vejo o olhar dela. Ouço as palavras dela. E os olhos dele, só olham para o fundo dela. Não por ordem dele, mas é a única coisa que ele consegue, ali, fazer. Falam de... música. E de coisas irrelevantes. Como a cor das sapatilhas, ou outra merda qualquer. Falam.
Do outro lado do sofá, em frente deles e com a conversa nitidamente apagada pela "Love Me Do" está outra eternidade. Ela a tentar não dizer com as mãos o que sente pelo cabelo dele. E ele: ele... nem consegue olhar para ela - com medo de que a música se apague e que quem fique por cima seja a cor das meias dela. Não falam.
Ao meu lado esquerdo, oh. Um namoro de horas, com toda a felicidade de um prato de gelado partilhado + uma surpresa no fundo. "Queres namorar comigo?" Grande excitação por aquela frase maravilhosa.
Ah... à minha frente, do lado direito... - ainda não tirou o olhar de mim - e não percebe que eu não o vou olhar. Quando te peço um cigarro, só estou a pedir um cigarro. Quando digo que me vou embora, é mesmo porque vou embora. "Não, fica..." Não fico. Porque não posso. E não quero. E nem é por ti. Raios!

Para que precisam eles de relações?
Antes, uma hora antes, recebo uma mensagem. Não... E nem quero saber o teu nome.





Alucinante. Deambulante. Ébrio. E passas... O teu nome na memória do meu telemóvel é difícil de soletrar... E passas. E só quero esquecer o teu nome.
Para que pergunto eu o que é que eles são.)
Ando sem frases. Sem conexão que faça os meus dias parecerem seguidos. Que hei-de dizer dos últimos tempos...
Ando feliz como já não andava há algum tempo. (Bem, feliz... peço desculpa pela intromissão da palavra. Quem me conhece já sabe que gosto delas - e de as escolher bem. E, neste caso, se só me sinto como quem está bem, então é porque estou bem.) Já não fico mais de dois segundos a olhar para o vazio. E já não grito silenciosamente comigo mesma para que a cabeça pare antes dos músculos do corpo. E sinto-me orgulhosa disso.
Não, já não pensava em ti há... posso dizer, seguramente, que já não pensava em ti há umas semanas. Sinto-me a acordar e a lembrar-me do que sonhei. Já não sinto como se todas as minhas forças fossem unicamente capazes de servir para chorar. E sinto orgulho nisso.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ando cansada. Eu sou muito instável, sou.