segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
«Aqui, foi no Dubai. Aqui, em Tóquio.»
Para além dos meus pés, as paisagens não eram muito variadas. No entanto, fotografar os meus pés era um certificado. Eu tinha estado naquele chão. Eu tinha existido."
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sms53
sábado, 16 de julho de 2011
sms52
sms51
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Diz-me uma coisa.
domingo, 10 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sms49
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Move Faster - Fingertips
Full of sorrow and pain
I waited for the day
I was born to love
Somewhere
There's a place for us to go
Your strength is in your hands
And your beautiful soul
We have to move faster and faster to know where we belong
We need to move faster and faster to know where we must go
'cause the world is in your hands
It's time to free your mind
'cause the world is in your hands
It's time to free your mind
It's our duty to change
Everything that's wrong
Being bright and strong
Somewhere
I know there is someone who'll say
For sure it's fun enough
To enjoy another day
We have to move faster and faster to find out who we are
We need to move faster and faster 'cause everyone has a star
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
sms48
Não. Eu fico no quarto, vai tomar banho.
Vai. Eu vou dar de comer à Daisy.
Tomar banho, tá... Obrigada por ires.
De nada, ela também é a minha gatinha. Beijinho.
Eu... Ok, varanda. (... Inês fica à porta do quarto a olhar Eurípedes nos olhos até que Eurípedes fecha a porta e Gilberta...)
Não se toma banho na varanda.
Não vou tomar banho... Vou buscar leite à cozinha e fica na varanda, amor. Pronto...
Bem... Vou...
(Eurípedes fecha a porta a Gilberta...) Ouve-se, do outro lado da porta, Fa... Eu fico ali, amor... Até amanhã...
Boa noite... Espero que durmas.
Vou vindo aqui durante a noite. A ver se dormimos.
(Francisco apaga a luz e deixa-se cair na cama, envolto em lágrimas)
(Gilberta não consegue afastar-se da porta e Francisco ouve-a soluçar do outro lado)
(Eurípedes lê as mensagens de Gilberta desde o dia em que comprou o telemóvel novo)
(Gilberta não consegue pensar em nada para dizer a Eurípedes... Mas deixa-se arrastar pela porta até chegar ao chão.)
("Don't... I can't break... Move on with your life.", he texts to her.)
(God... Gilberta chora em desespero e corre para a casa-de-banho...)
(Eurípedes ouve o choro de Gilberta e sente-se a morrer. Não lhe quer mal. Levanta-se, e
destranca a porta.)
Eu é que não te quero o mal.
Hum-hum.
(Gilberta desiste de gritar de dentro da casa-de-banho e vai até ao quarto de Eurípedes. Deita-o na cama e cobre-o com os cobertores. Dá-lhe um beijo na testa e encosta a porta.) "Venho durante a noite. Dorme bem."
"Inês..."
(Gilberta abranda o passo e vira-se... Abre a porta...)
"Estou cheio de frio..."
"Estou a transpirar por todos os lados... E eu de calor."
"Devias ter ido tomar um duche rápido frio... Podes trazer o saco-cama para aqui?"
"Mas ir... Eu aguento dormir lá fora esta noite. Não te preocupes comigo... Eu..."
(silêncio)
"Vou trazer o saco cama. Fico aqui no chão, ao teu lado, durante a noite."
Eurípedes, contra toda a dor, puxa o braço de Gilberta e deita-a a seu lado, na cama. "Não te mexas, fica apenas aqui..."
(Caem lágrimas a Gilberta, mas Eurípedes não se apercebe.) "Momô, eu... Não me importo... Fico no chão esta noite. Tens frio? Vou buscar outro cobertor..."
"O tipo de frio que eu tenho, um cobertor não pode resolver... Preciso de ti. Descansa aqui." (Francisco suga, pateticamente, uma lágrima de Inês.)»
sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Total Eclipse Of The Heart - Bonnie Tyler
(Turn around)
Every now and then, I get a little bit lonely and
you're never coming round
(Turn around)
Every now and then, I get a little bit tired of
listening to the sound of my tears
(Turn around)
Every now and then, I get a little bit nervous that
the best of all the years have gone by
(Turn around)
Every now and then, I get a little bit terrified and
then I see the look in your eyes
(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart
(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart
(Turn around)
Every now and then I get a little bit restless
and I dream of something wild
(Turn around)
Every now and then I get a little bit helpless
and I'm lying like a child in your arms
(Turn around)
Every now and then I get a little bit angry
and I know I've got to get out and cry
(Turn around)
Every now and then I get a little bit terrified but
then I see the look in your eyes
(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart
(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart
And I need you now tonight, and I need you more than ever
And if you only hold me tight, we'll be holding on forever
And we'll only be making it right
'cause we'll never be wrong together
We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
(all of the time)
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks
I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight
Once upon a time, I was falling in love
But now, I'm only falling apart
There's nothing I can do
A total eclipse of the heart
Once upon a time, there was light in my life
But now, there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart
((Turn around)
Every now and then I know
You'll never be the boy you always you wanted to be
(Turn around)
Every now and then I know
You'll always be the only boy who wanted me
the way that I am
(Turn around)
Every now and then I know
There's no one in the universe as magical
and wonderous as you)
(Turn around, bright eyes)
Every now and then I fall apart
(Turn around, bright eyes)
Every now and then I fall apart
And I need you now tonight, and I need you more than ever
And if you'll only hold me tight,
we'll be holding on forever
And we'll only be making it right 'cause we'll never
be wrong together
We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
(all of the time)
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks
I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight
Once upon a time, there was light in my life
But now, there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart
A total eclipse of the heart
A total eclipse of the heart
(Turn around, bright eyes)
terça-feira, 21 de junho de 2011
sms47
domingo, 19 de junho de 2011
sms46
sábado, 18 de junho de 2011
Raia do fundo
Do horizonte, encoberta e fria, a manhã.
Que faço eu no mundo ?
Nada que a noite acalme ou levante a aurora,
Coisa séria ou vã.
Com olhos tontos da febre vã da vigília
Vejo com horror
O novo dia trazer-me o mesmo dia do fim
Do mundo e da dor -
Um dia igual aos outros, da eterna família
De serem assim.
Nem o símbolo ao menos vale, a significação
Da manhã que vem
Saindo lenta da própria essência da noite que era,
Para quem
Por tantas vezes ter sempre 'sperado em vão,
Já nada 'spera. "
Fernando Pessoa
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
(da) Purga, hoje:
Ao menos, nem precisei de te inventar a ti, nem ao teu amor. 21/05 00:19
Continuamente é o mais giro de tudo o que nós temos. 23/05 17:33
Eu nunca me quero fartar de ti. Ai. 23/05 17:50
Hoje estava a almoçar e pensei, e tiremos o significado estúpido robótico e aclichezado à expressão, que tens sido o meu melhor e maior amigo. 23/05 18:38
O quê é que me põe assim, amor? 23/05 22:05
Isto acontece-me quase todos os dias. E ultimamente ainda mais. Mas eu não quero. Parece que vivo num mundo à parte quando estou feliz. Mas que o meu mundo não é esse. 23/05 22:15
Importas-te que eu te sussurre toda a noite que gosto de ti, gosto de ti, gosto de ti, gosto de ti, ... ? 11/06 00:53
So, I love you (coro de vozes agudas à anos 60 por trás: i lave you), i need you. (Esta música é tão gira!) No: goodnaite. And great things tomorrow will happen. <3 16/06 23:15
Se era suposto derreter-me (o que tenho a certeza que era), conseguiste. 16/06 23:20
Oh. :( Não fales disso nessa maneira... E tu ensinares-me piano? E a rota gastronómica? 21/06 23:15
You could hide things from me. 24/06/2010 21:33
E eu. Já não vivia livre há... 25/06 00:34
Isto tudo é real? O que nós temos é real? 27/06 13:29
Completas-me. Em todos os sentidos. Eras perfeito para eu andar menos stressada, menos irritada, menos burra, ... 14/07 22:53 [em relação a morar contigo.]
Amo-te. Vou fazer jejum de ti amanhã, senão morro de êxtase. 14/07 23:08
Quando estou contigo. Mas, depois, a cabeça funciona. Tal como a tua. Até amanhã. <3 18/07 00:41
I'm sad and in my tent alone. 03/08 23:34
Porque eu não tenho noção! Se tu não me acordares, eu continuo com um ar um pouco desolado, mas nada trágico. 13/08 11:52
Podemos exponencializar de alguma forma o algo bom? 27/08 23:54
Então é preciso ainda mais força. Speak it out, out loud. Liga o caps lock. 28/08 00:47
Ora, bem. Queres ser um longo desperdício de cabeça, coração e todas as melhores características que possa mencionar? É que tu tem-las. 01/09 22:22
Sabes, há uma coisa que tu vês distorcido em mim. Eu não tomo as coisas como garantidas. Eu gosto delas e saboreio-as dentro de mim. 04/09 01:11
Só que antes eras tu que fazias esforço para não ficares mau para mim. 05/09 15:40
No. That is just stupid. E eu tenho mais para além disso, mas sabes? Eu no início detesto toda a gente que conheço. E depois, pessoas que saibam que "conheci esta, ou aquele" que eu acho que são assim e assim go like "Inês, não penses assim, como é que algum dia esperas confiar em alguém? Como é que tens essa imagem já preparada? Vá lá, não sejas má com ele/a, se calhar vale a pena." Hum, e tu sabes que é precisamente nesta altura, em que eu baixo a guarda (que originalmente tenho mas que gradualmente me pedem para reformular, senão vou ser sempre rude e com problemas knowing people) que começo a não conseguir gerir. E por até começar a ver pontos positivos, e nhec nhec. Estou cansada de me analisar, adeus. 06/09 01:40
Mas eu vou chorar se continuo... E esta imagem de mim é degradante. Gosh. 06/09 01:42
Amanhã tenho um concerto em Lisboa. Tenho de ir dormir e preciso desesperadamente de ouvir a tua voz... não agora, não amanhã, não enquanto estiver à distância de uma chamada contigo. Eu sei. Boa noite, Francisco. 06/09 01:56
Mexer na tua barbaaaaa?! Bem! 11/09
»
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
sms45
Amo-te.
domingo, 5 de junho de 2011
«It is just sort of about… you know... i met the love of my life... and we were like... i’ll never find anyone like him again but we just weren’t right for each other then and I think we just destroyed it too much for me to ever go back to him again. But in the future... it was me sort of imagining being a Spinster and being single forever and then go and look for him and he’s married with kids and stuff like that. And we completlety happened by accident and that’s what I mean by “glory days” and stuff like that in it. It was never really meant to happen and I don’t think we ever felt like that about each other at the beggining. It just turned into it.»
sábado, 4 de junho de 2011
sms43
quinta-feira, 2 de junho de 2011
green day
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
sms40
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Rain - Mika
(Põe os teus phones no máximo, enquanto te deitas na nossa cama, amor, e ouve comigo, por favor.)
sábado, 21 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
sms39
sábado, 14 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
sms38
«I will... Did we kissed today? I'm so dizzy...»
domingo, 8 de maio de 2011
Lavo a cara. O dia hoje não me pode comandar a mim. Amo-o, e por isso vou continuar com os olhos abertos, e acreditar no dia.
"Só queres um bocadinho de paz?" Só. Só quero um pouquinho de luz. Não é pedir muito... (Pelo menos, não hoje.) Não é pedir muito. Esquecemos a mensagem bonita. Esqueceste-a. E eu que me queria agarrar a ela. Para não chorar, para hoje ver as coisas que lá estão fora. E acreditar nelas.
Quando estou fraca, tenho de ir almoçar, enquanto te acalmo por escrito e te digo que sou tua. Não acreditas. Estou fraca, e digo que volto num instante. Sento-me à mesa e, não vendo pelos meus olhos que estou, fazem-me fraca, e confesso o que tenho no dia de hoje. Sim, tenho-o. Agora, tenho de parecer fria e calma, e feliz, e deixar de corar. Acabo de comer, o pouco que consegui. (Desta vez, nem elas repararam.) Levanto-me. Vou lavar a cara. Preciso de água. Preciso de água, e precisava de alma. Um bocadinho de luz. Só hoje... Hoje não vou aguentar muito tempo. Eu sei que não. Volto. A mesa está por arrumar, e tenho eu de a arrumar. Ela tem muito que estudar, e eu (não estou fraca, estou sempre saudável) arrumo.
Tenho de me lembrar de mim, e pego no computador porque tenho um texto para fazer. Para o jornal. (Mas por que raio tenho sempre eu, saudável, de ser a mais saudável e, compelida a transpôr a minha saúde para a folha, impregnar coisas de que não consigo ter o controlo.) Peço por inspiração. Enquanto que ele continua a apertar o meu coração, e eu a tentar parecer saudável. Peço, agora, e explicitamente, um pouquinho de amor. Já não vale a pena. Tudo está discutido, tudo está quebrado, e eu ainda me sinto a abrir os olhos para ter o dever cumprido. estou confusa. (fraca)
Acabei, depois, acabei. Metade do dia parece ter corrido em cinco minutos, os cinco minutos mais negros e obscuros, passados sozinhos numa cela de amor longínquo e de palavras medidas por força que já não tenho.
Assassinato de passados à vista. Eu teimo em não o fazeres, eu teimo em querer ter o passado presente como maneira de me reconhecer no mal. Acabas por não o fazer. Engulo em seco, quando te leio longe. O mais longe durante o dia todo. Banho. Água, ao menos, faz-me sentir viva. Ainda não chorei.
"Devias ler o que escrevi." Atiras-me contra a parede. Sento-me na cama, e engulo todas as lágrimas que querem sair. "I'm scared."
"Don't be."
Leio-te. Sinto saudades tuas. Finalmente, sinto que o dia vai valer a pena. Sinto-me perto do que amo, e longe da noite que passou, que ainda não tinha conseguido esquecer. Sinto-me viva. "Isto és tu..."
"I know. Estou de volta, amor."
Fazemos promessas de te oferecer essa coisa linda no dia dos teus anos. Amo-te, e acredito agora que só tu me consegues dar amor como eu te pedi há horas. Tu pedes-me que eu mude a tua vida. E eu assinto, dizendo que só sendo revolucionários, podemos sair finalmente do sítio onde estamos.
Chamam-me. E eu vou, sabendo que me esqueci de que tinha de sair. Despacho-me, e "Cola-te a mim, estás longe." Digo-te o que se passa, e que volto já. Afastas-te. Não me deixo ficar fraca. Sinto-te com brilho, e sei que te posso fazer viver.
"Durante um mês, não me podes tocar abaixo do pescoço. Está decidido." Tento explicar-te. E digo-te que estou bonita. ... Ouço tudo o que dizes, e insisto em lutar por nós. Deixei a manhã toda para trás, e todo os esforços em ouvir e engolir dentro desta casa, para te dizer que sou só tua. E sou-o. Desconfias. Afastas-te. Não reajes.
Fico fraca.
Tudo o que vem a seguir, é a pior hora do dia.
Se eu disser que o coração é venenoso, não estava fraca. O meu coração aperta o máximo aqui, sendo impulsionado depois por isto - para o chão.
Dizes-me que não entendo. Insistes em que eu não entendo. Eu, sem chorar, pergunto-te o que não entendo. E peço-te para mo explicares. Dás-lhe razão. Imploro-te que não o faças. Dizes-me que não fiz nada, que estás somente a reflectir. Imploro-te que não o faças. Dás-lhe razão, mais um vez. Em tudo. Ela, que tem razão em tudo o que diz. E eu, que tenho de transpôr os sonhos, as bocas, as ambições, os olhares à mesa, as estupidezes acumuladas que me fazem ter o medo tremendo do que estou a assumir, mas fico. Fico. E digo, e olho-os nos olhos. E tenho um orgulho tremendo de ti. Mas tu vais.
Choro. Largo o braço da minha mãe, e ando mais à frente, para que ela não se aperceba. "Está. Eu calo-me, não te quero magoar. E tenho de ir estudar, también. <3" Agora, que já o fizeste, tenho de continuar a acreditar no que faço, mas sozinha. E, no final de contas, não houve amor. Hoje. Não me deste uma pinga de Sol ou luz. E, eu, continuo fraca. Aqui, a escrever, mas a engolir as lágrimas. Acho que já não chorava há uns dias. Tenho de as engolir, contudo. Continuo fraca. (E sei que nem vais reparar. Que preciso de Sol, hoje.) Até à noite. Até amanhã.
sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
sms35
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sms33
Gosto de morangos...
Sim. E de maçã bravo de esmolfe. E gatos. E chuva. E cartinhas de amor. E beijinhos. E verdades. E mar. E árvores. E língua inglesa. E verde. E fotografias. E música. E cantar. E namorar. E dormir. E tomar banho. E escrever. E sopa da mamãe. E cityville. E Albufeira. E musicais. E sofás e puffs. E gospel.»
sábado, 30 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Fool's in love thing
Adorei a tarde de hoje. Adorei, porque foste muito cuidadosa. Com tudo. Com a roupa, com as palavras, com o toque. Sabes o que mais gostei? Que tenhas admitido sempre que te sentias a ter uma fraqueza, porque não me dói nadinha amparar-te.
Ai... Fiquei tão inundado em amor com tanta coisa. Vou dizer duas que me lembro e que me fazem sorrir como um doido: uma, respondeste por mim a uma mensagem com o meu telemóvel. Sempre achei que isso era coisa de casal sem segredos e que confia plenamente um no outro. Sempre sonhei em estar com alguém que soubesse sempre o que responder por mim nas minhas coisas, seria a relação mais simbiótica de sempre. É parvo achá-lo? Gostava que respondesses a todas as minhas mensagens e telefonemas por mim, excepto as que são de mim para ti, ihih. Bom, a segunda coisa foi quando disseste que enquanto esperávamos pelo elevador que passa pelo 14º andar, poderíamos namorar um bocadinho, para o tempo não demorar a passar. E eu amei-te que nem um tolo nesse segundo, porque me imagino TANTO a fazê-lo contigo. Adorava viver num sítio alto. O resto das coisinhas todas vou-te dizer por mensagem, assim que me responderes. (Espero que não demore muito e que não seja pelo teu papá, porque eu fico instável e não quero ficar, mas ao mesmo tempo o teu bem-estar é a única coisa em que ainda acredito).
Eu sou feliz contigo. E o passado é estúpido. O dia de hoje foi e está a ser bonito.
Eu tiro os meus óculos para veres os meus olhinhos melhor.
Com todo o amor,
Eurípedes
P.S. - Podemos estar juntos para a semana? Espero que possas.»
quarta-feira, 6 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Soulmate
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Now And Then - Adele
«Sometimes the hole you left hurts my heart so bad
It cuts through the deepest parts of me
And fills up my mouth with words that I cry
How I'm still trying to stay inside
Hearts break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts
Our hearts break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts
Every now and then my memories ache
With the empty ideas of the ones we'd made
But as time goes on and my age gets older
I love the ones I know, they're enough to picture the rain
'Cause heart break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts
Our hearts break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts
You know when to make me, I might just your heal
You know when to make me, I might just your heal
You know when to make me, I might just your heal
You know when to make me, I might just your heal.»
quinta-feira, 31 de março de 2011
you are not your whole past.
terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
sms24
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
sms23
sms21
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Ciclos
Ciclo:
1. Série de fenómenos que se sucedem numa ordem determinada.
2. Parte de um fenómeno periódico que se efectua durante certo espaço de tempo.
3. Período sempre igual de determinado número de anos no fim dos quais devem repetir-se na mesma ordem os sucessos astronómicos ou os factos determinados pelas mesmas causas ou influências.
(…).
Todos nós vivemos em ciclos. Os saudáveis, claro, andam vivendo conforme os ciclos. Os ciclos. Os outros, coitados, vivem nas bordas dos ciclos. Repetem-se. São disformes, para além de pesados. Os ciclos. E os ciclos não são feios pelo que os outros fazem deles… (Não são como a vida.) Não. Os ciclos são feios apenas porque nasceram ciclos - a repetição de algo passado. A falta de originalidade. Os ciclos. Complexidade imitada: os ciclos. Braquimetropia forçada… Novamente. Negligenciada. Estupidez. Porque. Os ciclos. Incansavelmente, os ciclos. Não se vão embora, nem que os expulsemos. Os ciclos, nem que deixemos de comer, os ciclos. Deixamos de sentir, os ciclos. Deixamos de viver: o ciclo. Agora, os ciclos são apercebidos por aqueles que não pretendem viver sem ciclos. Os ciclos. Depois. Os não saudáveis. Os tais. Os ciclos. Não existem por acaso. Ou sim. Talvez, os ciclos. Existam apenas para os configurados (pelos ciclos), e não existam. Os ciclos, para os que têm saúde. Existem? Os ciclos. Existem. Repetem-se? Não. Os ciclos, sim. São maus? Tanto quanto o nosso ego quiser um ciclo. Portanto, o ciclo. Todos nós vivemos em ciclos…
Um. Dois. Dezoito. (Ciclos). Amo-te. Um. (ciclo.)
Depois de nos apercebermos dos ciclos. (À nossa frente: atrás de nós: no topo e no que nos sustém: à esquerda: amanhã: segunda-feira: Agosto: na pantomima: no rio: depois: entretanto: na mãe: na Coca-Cola: no avô não morto: no português: na nuvem). Conseguem ver os iluminados (= com luz) as cores dos Ciclos. Os ciclos. Têm cores.
E é isso o bonito dos ciclos.
O verde. O cinzento. O laranja. O azul-esverdeado. O preto. O brando roxo. E o (meu) azul.
Os ciclos. São todos diferentes. E são ciclos! Vivemos em ciclos. Se não, não morríamos. Ou não morremos. Então, não vivíamos. Os ciclos. Faz eles o que querem de nós. Só temos de ver as suas cores. Os ciclos. São tão bons quanto nos ensinam a ser. Os ciclos. Esta não sou eu. Sou o mesmo ciclo. O outro ciclo. O ciclo que agora vivo. Até porque, apesar do dois ciclo, vivo agora. Não vivi no ciclo da cor que passou por mim. Antes. Vêm? O ciclo. É o meu. E não podemos não viver todos em ciclos. (Assim, escolho o meu ciclo. Mas não conto a ninguém o segredo... Ou então toda a gente saía do ciclo. - E era feliz.)
domingo, 13 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
sms19
segunda-feira, 7 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
sms18
sms17
sábado, 5 de março de 2011
sms16
sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Há coisas que não mudam
As coisas continuam físicas, e o teu charme de segunda.
E quando agora penso que estou a sonhar, não estou. Vivi e deixei de viver, para agora viver outra vez.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Wicked Game - Chris Isaak
The world was on fire and no one could save me but you.
It's strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I'd meet somebody like you.
And I never dreamed that I'd lose somebody like you.
No, I don't want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I don't want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you (This world is only gonna break your heart)
What a wicked game to play, to make me feel this way.
What a wicked thing to do, to let me dream of you.
What a wicked thing to say, you never felt this way.
What a wicked thing to do, to make me dream of you and,
I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you.
The world was on fire and no one could save me but you.
It's strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I'd love somebody like you.
And I never dreamed that I'd lose somebody like you,
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you (This world is only gonna break your heart)
No, I... (This world is only gonna break your heart)
(This world is only gonna break your heart)
Nobody loves no one.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
sms14
08:54
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Cantigas de Amor - Os Azeitonas
E não vou ser coerente com o que sinto, mas esta música é muito bonita.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
I would certainly, if not...
I wanna be next to you, Black and Gold.
And grew legs and they started walking
And the apes climbed down from the trees
And grew tall and they started talking
And the stars fell out of the sky
And my tears rolled into the ocean
Now I'm looking for a reason why
You even set my world into motion
'Cause if you're not really here
Then the stars don't even matter
Now I'm filled to the top with fear
But it's all just a bunch of matter
'Cause if you're not really here
Then I don't want to be either
I wanna be next to you
Black and gold
Black and gold
Black and gold
I looked up into the gray sky
And see a thousand eyes staring back
And all around these golden beacons
I see nothing but black
I feel a way of something beyond them
I don't see what i can feel
If vision is the only validation
Then most of my life isn't real
'Cause if you're not really here
Then the stars don't even matter
Now I'm filled to the top with fear
But it's all just a bunch of matter
'Cause if you're not really here
Then I don't want to be either
I wanna be next to you
black and gold
black and gold
black and gold
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Anda Comigo Ver Os Aviões - Os Azeitonas
Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu
Anda comigo ao porto de Leixões ver os navios
a levantar ferro
a rasgar o mar
Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
(mas que eu morra aqui)
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti
Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus
Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as núvens
A rasgar o céu...
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Já não é nova. Mas viveu. Teve filhos, tirou um curso, construiu uma casa, acreditou em pessoas. Está viúva. O marido morreu. E ela está viúva. Depois disso, e depois de uma vida toda vivida, veio a reencontrar a sua paixão de liceu. A sua grande paixão dos tempos de liceu. Há três anos, casaram. Voltaram a ser paixão. Agora, ele está prestes a morrer. Viúva. De novo. Pela terceira vez.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sms13
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Já só faltam trinta.
E, logo, a caixinha das bolinhas de esferovite vai-se revelar. Por isso, a Margarida vai ficar debaixo de água durante algum tempo. O que não lhe vai deixar muito tempo para as outras trinta.
Vou apostar algo comigo própria, e vou conseguir estudar tudo hoje. A evitar olhar para o Sol lindo que está lá fora. (E perceber.)
sms12
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
naked
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ocupações sub-conscientes.
As coisas tais menores, ou não, não são escolhidas por mim. Ou são. Pois não, não acredito que isto ocorra só comigo, por isso vou partir já do princípio de que algum dos alguéns que ler isto já tenha elaborado este plano mental sub-consciente. As ocupações mentais são só racionais no momento em que decidimos contratá-las. Contratá-las, para virem passar os dias connosco. A partir daí, a nossa intervenção é meramente de hospedeiro, de tesoureiro, de pessoa que requisitou um serviço e que o tem de fazer cumprir, mesmo que o não queira. Pois, por isso a chamo (ou se chama ela a si própria), de sub-consciente. Esta ocupação, vou comparar, é um insecto. Um insecto, uma mosca, que é bonita porque come a matéria apodrecida; e chegamo-nos mais perto dela. Depois disso, ó, ela mordeu-nos. Mordeu e impingiu-nos o seu material. E é a partir daqui que as ocupações mentais (mosquinhas lindas e formosas que comem fruta em putrefacção = pensamentos fantásticos e cintilantes que nos chamam por podermos pensar neles enquanto…) deixam de ser comandadas por nós e passam elas próprias a comandar-nos.
Passamos tempo suficiente a meditar nelas, nas coisinhas cintilantes e novas. E simples; às vezes, contratamos coisas simples – mas isto depende das nossas condições monetárias na altura da necessidade - , convém afirmar. Até nos apercebermos que, meditando, as moscas afinal comem FRUTA PODRE! E não são muito bonitas, convenhamos. Mas, elas prestam um trabalho belo à humanidade. Não assim é? Os pensamentos foram generosos connosco…, tal como as moscas o são a todos os restantes seres vivos. Os pensamentos ajudaram-nos. Os pensamentos ajudaram-nos... Não pedimos abraços a ninguém. Não ficámos mal vistos. Não bebemos demais. Nem cometemos nenhuma loucura. Porquê? Porque tínhamos os pensamentos em vez dos abraços. E os pensamentos, estes ou outros quaisquer, são coisas fortes. Coisinhas muito muito fortes. Tão fortes que evitam actos, impressões ou elucidações.
Assim é. E o problema não é o elas serem sub-conscientes (as ocupações mentais, claro, não as moscas), ao contrário do que possa parecer. Se fossem conscientes, não causariam problemas. Se fossem inconscientes, causariam danos menos visíveis. Mas estas coisas estão assim, como quem não quer causar muitas confusões, no meio de toda a racionalidade, reciprocidade e consciência. Estão. O problema é, na verdade, termos sido nós a contratá-las. E o problema surge assim antes de existir o próprio problema.
Porque, da próxima vez que pensar num abraço, vou-me lembrar da direcção errada. Moscas da fruta. Ou peneiras a tapar o Sol. Ou outra metáfora ainda mais fantástica. E, isso, vai-me levar na direcção da meditação propositada.


