segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ne reviens pas.

sábado, 30 de julho de 2011

Tortura.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Se eu volto a sonhar com precipícios, lixívias, mortes e tu, na mesma noite... Don't, ever. Ever.

So Far Away - Carole King

terça-feira, 26 de julho de 2011

The Lonely - Christina Perri



Esta música é demasiado demasiado triste. Ou, então, é de mim?

domingo, 24 de julho de 2011

terça-feira, 19 de julho de 2011

sms54

«Crashed. Cranky. Alone. In love.»

One Day Like This - Elbow (at Abbey Road)

Me,

I am di most complete girl in the world.
"E comecei a mostrar-lhe a colecção de fotografias dos meus pés. Eu tinha um álbum cheio de folhas secas e cheio de fotografias que tirava sozinha aos meus próprios pés.
«Aqui, foi no Dubai. Aqui, em Tóquio.»
Para além dos meus pés, as paisagens não eram muito variadas. No entanto, fotografar os meus pés era um certificado. Eu tinha estado naquele chão. Eu tinha existido."

Stuck In The Midddle - Mika



Há coisas estranhas. Agora, também já sonho com músicas.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Albufeira's with us. And we're at it.

domingo, 17 de julho de 2011

sms53

«Tu não tens feito nada de mal. Estas coisas vêm do passado. Algumas são dores que tens de segurar em mim, outras são dores que já seguraste. Mas as críticas não vêm da minha dor, vêm da minha amizade contigo. Só te critico quando fazes algo que não está em concordância com o teu modo de ser, ou quando ages segundo o oposto das tuas crenças, ou quando há hipocrisia. Estás a confundir as minhas críticas com a minha abertura de sentimentos, meu amor. Depois de tudo o que nos aconteceu, nem devia ser capaz de dizer que gosto de ti. Mas não só o falo, como ainda espelho quando fazes algo que me dói muito muito. Como quando me deixas sozinho. Nessas alturas, choro muito, porque é como se, sem ti a prender o penso, o sangue jorra. Nessas alturas, não te critico, queixo-me. E sou mau porque, se não for, não sinto a culpa que me faz voltar. Eu tento manipular-me porque sei que é contigo que devo ficar. E também há alturas em que junto ambas as coisas, em que te critico objectivamente ao mesmo tempo que choro por me lembrar das razões que me fazem criticar. Porque eu já não sou simples amigo, 80% das tuas acções foram contra mim ou recaem sobre mim. Tens de confiar que eu posso ter razão no que digo sobre ti, ainda és a única coisa em que sinto lucidez. Assim como tens de identificar quando não passam de crises minhas estúpidas. A questão é que se a minha última crise estúpida foi no último dia de aulas, eu ando agora é a ter explosões de dor à medida que passamos pelos dias em que eu mais sofri o ano passado. Explosões que, para não te magoar, se transformam em implosões. Vais achar ridículo mas eu ando a dar-te uma prova de amor enorme ao conseguir comunicar onde te critico. Pronto, achaste ridículo. Mas é. Se eu não me importasse, não abria a boca, meu amor, é-me muito mais fácil entregar-me ao que me arde, uma vez que já estou habituado. Mas eu tento. Mil. Mil, dizer-te em que deves estar atenta a ti. Desculpa se às vezes não o consigo fazer de forma adequada e te magoo, eu sei, eu sei, mas é tão complicado separar a raiva das minhas palavras. É como combater, em tempo real, um tumor galopante que está prestes a chegar-me à boca e a impedir-me de falar. Com tudo o que sou, desculpa. Esta tarde, com a minha explosão, lembrei-me de promessas tuas que quebraste a mim, de coisas que disseste a outros rapazes que nunca te verei dizer, e do quão precipitada eras. E és. Mas não importa. Um dia, vais entender. Acho que já entendes, mas não sentes: eu dei tudo por ti. É algo gigantes, sabes? Eu aceitei envolver-me numa demanda que me iria tirar o ar todo durante um ano ao arrancar-te do P. e tentar ajudar-te nas partes de ti que tu, logo nos primeiros meses, identificaste como "disfuncionais". Se me amas, tenta interpretar o que vou dizer, meu amor: eu sabia ao que ia. Num só ano, por ti, eu não só mudei de casa, como mudei de amigos, de escola, de gostos, como perdi a minha namorada, deixei de tocar e ir à música, deixei de me importar comigo, morri. Eu comprometi a minha vida futura e abafei o meu passado. E perdi, em todos os aspectos. Mas não me arrependo. Na-da. Amo-te ao ponto de andar há meses a tentar sair de mim para não haver cá dor e ressentimentos que me impeçam de te dar tudo. Ando a lutar contra mim. E se eu pudesse, oh meu amor, se eu pudesse trocava de cérebro para um limpo e amar-te-ia sem ardor. No momento em que me respondias à explosão, três pessoas, ao mesmo tempo, me mandaram uma mensagem. Sem combinarem. E eu sangrei. Só consegui ler: "Ela só te faz mal, pára de te dar." "Lembra-te do quanto choravas." "Isso já é doença, já não é amor.", e tudo me começou a sufocar. Hoje, estou no estado em que devia estar ao voltares. Uma vírgula tua vai fazer-me ter um flash mau. Uma sílaba vai fazer-me cair. Mas o teu silêncio vai fazer-me morrer, por isso, quero ficar aqui. Aqui, ao pé de ti. Aqui. As três pessoas foram a Sah, a minha prima e a Mariana Guerra, sei que vais perguntar. Estou em casa, de manhã fui à missa e almocei no Palácio, voltando às 16h. Não comi nada, não estudei nada. O meu gatinho levou uma injecção muito cara. E acho que +e tudo, espero não ter falhado em nada. Preciso de tempo para gerir tudo o que me disseste. Pronto... Can I tell you I want you? <3»

sábado, 16 de julho de 2011

sms52

«Só para saberes, chorei. O meu estado é ridículo. Mas chorei.
Porque é bonito e é a história que melhor me vou lembrar da minha infância. Mas sem ser por isso, a última meia-hora faz-me lembrar o nosso namoro.
Porque os sentimentos são fortes ao ponto de só serem possíveis num filme. Até que me apercebi que existem em nós. Só em nós.
Chorei muito muito muito. E é um filme patético para se chorar. Mas faz-me pensar em ti constantemente.
Tens de ver. Os sentimentos são iguais. Conheces a história?»

sms51

«Eu sonho em ter o Vicente, amor. Em sustentar-nos, seja de que maneira for. E outras coisas que te deixariam feliz, se tu acreditasses em existir fora de precipitações. É o tal mestrado em Gilbertalogia.»
«Na tua carta ainda mencionas que “o princípio que subjaz à moral não é a mera sobrevivência, mas sim a aquisição de uma vida abundante e plena”. Penso que não te referes tanto a princípio mas sim à finalidade ou função da moral. Aqui reside o problema que in praxis ocorre frequentemente: sendo “uma vida plena” algo difícil de ser definido unanimamente por toda a humanidade – ao contrário da “mera sobrevivência” – torna-se necessário pré-definir quem ou o quê determinará quando é a vida de um indivíduo plena e quando não é. Deverá ser o próprio individuo a determinar da plenitude da sua vida? Se não for, quem será? Se diferentes grupos atribuírem autoridade a diferentes perspectivas, não estará isto na origem dos conflitos que já referi entre as várias perspectivas religiosas na procura de imporem a sua “definição” de absoluto, no caso concreto a sua definição de vida plena?»
«Salvaste o meu dia de anos. E isso é gigante. Nunca te tinha visto a rir tanto, a amar tanto, fiquei... Obrigado por hoje. Quero sonhar contigo.»

Me In You - Kings Of Convenience

sms50

«Não? GiRiLand. :) Faz lembrar girino, x)»
Sinto hoje um cansaço bom.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Dói-me o meu sofá. Dói, como é que há agora...
Falta-nos viver tanta coisa.
Por favor, por favor, por favor,

Limit To Your Love - James Blake



For what's my concern, apparently there is not...
"devíamos ter um botão desses."
Quero tanto fugir daqui. Quero tanto não saber como me chamo e o que sou, e poder re-encontrar-te. De novo. Quero tanto não saber nada, nada. Não saber onde vivo nem o caminho para casa. Quero tanto não saber amar. Preciso tanto de fugir daqui... De não precisar de mim ou de mais alguém. Queria tanto poder chegar a casa, depois de ter tomado o caminho que nunca soube, e encontrar-te a ti, a primeira pessoa da minha vida, e chorar contigo até não ter mais forças dentro de mim. Não me deixes ficar aqui, sozinha, a saber tanto e a explodir de caminhos. Por favor.

Með Suð Í Eyrum - Sigur Ros

O que é "sozinha"?

My Way - Frank Sinatra

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Diz-me uma coisa.

Se eu tiver em mim todos os sonhos do mundo e só vir coisas negras e podres, sem conseguir saber se algo é capaz de ser alguma vez bom, que acontece? Se eu não conseguir desafiar o Destino? Que acontece? Se eu estiver condenada a não sentir amor? Se eu tiver de desacreditar em tudo aquilo em que tive de acreditar quando consegui amar? E se eu acreditar que sou a pior pessoa do mundo, diz-me, ninguém me vai ajudar a ver o que fazer? Se eu ficar sozinha e perdida e sozinha e perdida? Se eu não souber o que fazer e tu não acreditares em mim? O que acontece?, consegues dizer-me? E se eu e tu não pudermos ficar juntos? Aí, o que acontece?

domingo, 10 de julho de 2011

Meu Deus, o que é isto? Por favor, faz isto parar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Beauty - The Shivers

Baby's Arms - Kurt Vile

«A minha alma arde enquanto o meu corpo se mantém impassível,
fingindo não sentir dor alguma,
como se não estivesse eu prostrada perante um destino desconhecido,
do qual tenho medo, do qual fujo, pelo qual choro.»

terça-feira, 5 de julho de 2011

sms49

«Vais dormir comigo. Amor, vais faltar um destes dias às aulas e vamos até Torredeita. A pé. Só demora uma hora e meia a lá chegar, pela ciclovia. Juntos, um dia inteiro. Amor. E vais adormecer ao meu colo nesse dia. Ou então, vou calar-me, porque e acabei de lembrar que o teu pai me vai matar se eu te incentivar à rebeldia. Amorzinho, por favor, adormece ao meu colo ainda este mês.»
6 Junho (00:01)
Esperar que a bateria morra para pôr o telemóvel a carregar.
Yeah, there's so many things I'm not good at.
É nas idas e nos regressos que se vê o quanto se ama alguém.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Move Faster - Fingertips



Full of sorrow and pain
I waited for the day
I was born to love
Somewhere
There's a place for us to go
Your strength is in your hands
And your beautiful soul

We have to move faster and faster to know where we belong
We need to move faster and faster to know where we must go

'cause the world is in your hands
It's time to free your mind
'cause the world is in your hands
It's time to free your mind

It's our duty to change
Everything that's wrong
Being bright and strong
Somewhere
I know there is someone who'll say
For sure it's fun enough
To enjoy another day

We have to move faster and faster to find out who we are
We need to move faster and faster 'cause everyone has a star
Só queria poder viver contigo.

domingo, 3 de julho de 2011

«She hates when he repeats his jokes
He hates her books with hippy quotes
How clean and dull his closet became
And even though he takes the train
'cause he hates how she drives
They’ll be together for the rest of their lives.»

Blindsided - Bon Iver

Têm sido uns dias de descanso físico e agitação mental. Não te sentir é doentio. Não te ouvir é igual. Adormecer sem ti, é massacre.

Back To Front - Eliza Doolittle

Somewhere Only We Know - Glee (Keane's cover)

sábado, 2 de julho de 2011

Hoje senti saudade.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Any Other World - Mika



Waking up to this.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não sou igual a ninguém. A ninguém.

terça-feira, 28 de junho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Hiding My Heart - Adele (Brandi Carlile's cover)

Jurei que hoje não seria o último dia das nossas vidas.
Eu acho que deveria escrever. Sim, deveria escrever. Mas não.
Deveria saber o que sinto. Mas não. Deveria saber o que vai ser de mim. Não... O que vai ser de nós?

"I know not what tomorrow will bring. Pois, e, depois, morreu."

domingo, 26 de junho de 2011

"É ridículo aquilo que fazemos por medo de ficar sozinhos."
(http://kierstenholine.bandcamp.com/)

sms48

«I'll be here for you to fall asleep.

Não. Eu fico no quarto, vai tomar banho.
Vai. Eu vou dar de comer à Daisy.

Tomar banho, tá... Obrigada por ires.

De nada, ela também é a minha gatinha. Beijinho.

Eu... Ok, varanda. (... Inês fica à porta do quarto a olhar Eurípedes nos olhos até que Eurípedes fecha a porta e Gilberta...)

Não se toma banho na varanda.

Não vou tomar banho... Vou buscar leite à cozinha e fica na varanda, amor. Pronto...

Bem... Vou...

(Eurípedes fecha a porta a Gilberta...) Ouve-se, do outro lado da porta, Fa... Eu fico ali, amor... Até amanhã...

Boa noite... Espero que durmas.

Vou vindo aqui durante a noite. A ver se dormimos.

(Francisco apaga a luz e deixa-se cair na cama, envolto em lágrimas)

(Gilberta não consegue afastar-se da porta e Francisco ouve-a soluçar do outro lado)

(Eurípedes lê as mensagens de Gilberta desde o dia em que comprou o telemóvel novo)

(Gilberta não consegue pensar em nada para dizer a Eurípedes... Mas deixa-se arrastar pela porta até chegar ao chão.)

("Don't... I can't break... Move on with your life.", he texts to her.)

(God... Gilberta chora em desespero e corre para a casa-de-banho...)

(Eurípedes ouve o choro de Gilberta e sente-se a morrer. Não lhe quer mal. Levanta-se, e
destranca a porta.)

Eu é que não te quero o mal.

Hum-hum.

(Gilberta desiste de gritar de dentro da casa-de-banho e vai até ao quarto de Eurípedes. Deita-o na cama e cobre-o com os cobertores. Dá-lhe um beijo na testa e encosta a porta.) "Venho durante a noite. Dorme bem."

"Inês..."

(Gilberta abranda o passo e vira-se... Abre a porta...)

"Estou cheio de frio..."

"Estou a transpirar por todos os lados... E eu de calor."

"Devias ter ido tomar um duche rápido frio... Podes trazer o saco-cama para aqui?"


"Mas ir... Eu aguento dormir lá fora esta noite. Não te preocupes comigo... Eu..."
(silêncio)
"Vou trazer o saco cama. Fico aqui no chão, ao teu lado, durante a noite."

Eurípedes, contra toda a dor, puxa o braço de Gilberta e deita-a a seu lado, na cama. "Não te mexas, fica apenas aqui..."

(Caem lágrimas a Gilberta, mas Eurípedes não se apercebe.) "Momô, eu... Não me importo... Fico no chão esta noite. Tens frio? Vou buscar outro cobertor..."

"O tipo de frio que eu tenho, um cobertor não pode resolver... Preciso de ti. Descansa aqui." (Francisco suga, pateticamente, uma lágrima de Inês.)»

Skinny Love - Bon Iver

sábado, 25 de junho de 2011

O calor faz-me irritada e com dores-de-cabeça.
Se alguém que não eu acordasse todos os dias como eu, a minha vida seria todo o oposto.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Didn't I say how bad I feel?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Total Eclipse Of The Heart - Bonnie Tyler



(Turn around)
Every now and then, I get a little bit lonely and
you're never coming round

(Turn around)
Every now and then, I get a little bit tired of
listening to the sound of my tears

(Turn around)
Every now and then, I get a little bit nervous that
the best of all the years have gone by

(Turn around)
Every now and then, I get a little bit terrified and
then I see the look in your eyes

(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart

(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart

(Turn around)
Every now and then I get a little bit restless
and I dream of something wild

(Turn around)
Every now and then I get a little bit helpless
and I'm lying like a child in your arms

(Turn around)
Every now and then I get a little bit angry
and I know I've got to get out and cry

(Turn around)
Every now and then I get a little bit terrified but
then I see the look in your eyes

(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart

(Turn around, bright eyes)
Every now and then, I fall apart


And I need you now tonight, and I need you more than ever
And if you only hold me tight, we'll be holding on forever
And we'll only be making it right
'cause we'll never be wrong together
We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
(all of the time)
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks

I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight

Once upon a time, I was falling in love
But now, I'm only falling apart
There's nothing I can do
A total eclipse of the heart
Once upon a time, there was light in my life
But now, there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart

((Turn around)
Every now and then I know
You'll never be the boy you always you wanted to be

(Turn around)
Every now and then I know
You'll always be the only boy who wanted me
the way that I am

(Turn around)
Every now and then I know
There's no one in the universe as magical
and wonderous as you)

(Turn around, bright eyes)
Every now and then I fall apart

(Turn around, bright eyes)
Every now and then I fall apart

And I need you now tonight, and I need you more than ever
And if you'll only hold me tight,
we'll be holding on forever
And we'll only be making it right 'cause we'll never
be wrong together
We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
(all of the time)
I don't know what to do and I'm always in the dark
We're living in a powder keg and giving off sparks

I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight

Once upon a time, there was light in my life
But now, there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart
A total eclipse of the heart
A total eclipse of the heart

(Turn around, bright eyes)
Abro demasiadas fendas em mim. (não literalmente)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Quando tudo era leve, eu ainda não era eu.

sms47

«Esquecer-te vai ser como me esfaquearem ou operarem sem anestesia. Agora, estou na fase em que os vidros me cortaram, por fim, o pulso direito.»

domingo, 19 de junho de 2011

sms46

«Porque és bonita, nao és irritante (excepto quando falas comigo ao telefone e poes-te com os "ya" e "bué"), és esperta, sabes mil coisas de cor para os exames e és fresquinha exactamente quando eu tenho calor e quentinha exactamente quando eu tenho frio. Amo-te, ja to disse hoje?»

sábado, 18 de junho de 2011

Millionaire - Eliza Doolittle & Nick Harrison



Joyful songs.
A unica coisa que eu queria? Que o futuro nao fosse parte da linha do tempo.
"Em toda a noite o sono não veio. Agora
Raia do fundo
Do horizonte, encoberta e fria, a manhã.
Que faço eu no mundo ?
Nada que a noite acalme ou levante a aurora,
Coisa séria ou vã.
Com olhos tontos da febre vã da vigília
Vejo com horror
O novo dia trazer-me o mesmo dia do fim
Do mundo e da dor -
Um dia igual aos outros, da eterna família
De serem assim.
Nem o símbolo ao menos vale, a significação
Da manhã que vem
Saindo lenta da própria essência da noite que era,
Para quem
Por tantas vezes ter sempre 'sperado em vão,
Já nada 'spera. "

Fernando Pessoa

sexta-feira, 17 de junho de 2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

És como a tua casa (com todos os candeeiros diferentes?).

(da) Purga, hoje:

«(Eu gostei deste dia, porque analisaste a parte de ti que inventa sentimentos e pessoas e força quem aparece a ocupar determinado lugar dentro de ti.) Inventar invento, mas nunca chegam a encher-me devidamente. É difícil. E triste. 21/05 00:18

Ao menos, nem precisei de te inventar a ti, nem ao teu amor. 21/05 00:19

Continuamente é o mais giro de tudo o que nós temos. 23/05 17:33

Eu nunca me quero fartar de ti. Ai. 23/05 17:50

Hoje estava a almoçar e pensei, e tiremos o significado estúpido robótico e aclichezado à expressão, que tens sido o meu melhor e maior amigo. 23/05 18:38

O quê é que me põe assim, amor? 23/05 22:05


Isto acontece-me quase todos os dias. E ultimamente ainda mais. Mas eu não quero. Parece que vivo num mundo à parte quando estou feliz. Mas que o meu mundo não é esse. 23/05 22:15

Importas-te que eu te sussurre toda a noite que gosto de ti, gosto de ti, gosto de ti, gosto de ti, ... ? 11/06 00:53

So, I love you (coro de vozes agudas à anos 60 por trás: i lave you), i need you. (Esta música é tão gira!) No: goodnaite. And great things tomorrow will happen. <3 16/06 23:15

Se era suposto derreter-me (o que tenho a certeza que era), conseguiste. 16/06 23:20

Oh. :( Não fales disso nessa maneira... E tu ensinares-me piano? E a rota gastronómica? 21/06 23:15

You could hide things from me. 24/06/2010 21:33

E eu. Já não vivia livre há... 25/06 00:34

Isto tudo é real? O que nós temos é real? 27/06 13:29

Completas-me. Em todos os sentidos. Eras perfeito para eu andar menos stressada, menos irritada, menos burra, ... 14/07 22:53 [em relação a morar contigo.]

Amo-te. Vou fazer jejum de ti amanhã, senão morro de êxtase. 14/07 23:08

Quando estou contigo. Mas, depois, a cabeça funciona. Tal como a tua. Até amanhã. <3 18/07 00:41

I'm sad and in my tent alone. 03/08 23:34

Porque eu não tenho noção! Se tu não me acordares, eu continuo com um ar um pouco desolado, mas nada trágico. 13/08 11:52

Podemos exponencializar de alguma forma o algo bom? 27/08 23:54

Então é preciso ainda mais força. Speak it out, out loud. Liga o caps lock. 28/08 00:47

Ora, bem. Queres ser um longo desperdício de cabeça, coração e todas as melhores características que possa mencionar? É que tu tem-las. 01/09 22:22

Sabes, há uma coisa que tu vês distorcido em mim. Eu não tomo as coisas como garantidas. Eu gosto delas e saboreio-as dentro de mim. 04/09 01:11

Só que antes eras tu que fazias esforço para não ficares mau para mim. 05/09 15:40

No. That is just stupid. E eu tenho mais para além disso, mas sabes? Eu no início detesto toda a gente que conheço. E depois, pessoas que saibam que "conheci esta, ou aquele" que eu acho que são assim e assim go like "Inês, não penses assim, como é que algum dia esperas confiar em alguém? Como é que tens essa imagem já preparada? Vá lá, não sejas má com ele/a, se calhar vale a pena." Hum, e tu sabes que é precisamente nesta altura, em que eu baixo a guarda (que originalmente tenho mas que gradualmente me pedem para reformular, senão vou ser sempre rude e com problemas knowing people) que começo a não conseguir gerir. E por até começar a ver pontos positivos, e nhec nhec. Estou cansada de me analisar, adeus. 06/09 01:40

Mas eu vou chorar se continuo... E esta imagem de mim é degradante. Gosh. 06/09 01:42

Amanhã tenho um concerto em Lisboa. Tenho de ir dormir e preciso desesperadamente de ouvir a tua voz... não agora, não amanhã, não enquanto estiver à distância de uma chamada contigo. Eu sei. Boa noite, Francisco. 06/09 01:56

Mexer na tua barbaaaaa?! Bem! 11/09

»

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sim, eu já fui especial.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Here I am: crying.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Tenho medo

ponto.

sms45

«Por favor se encontrou este telemóvel deixe-o na secretaria da alves martins. É muito importante. Apelo à sua consciência e bondade. Muito obrigada.»

Amo-te.

Isn't She Lovely - Piano

domingo, 5 de junho de 2011



«It is just sort of about… you know... i met the love of my life... and we were like... i’ll never find anyone like him again but we just weren’t right for each other then and I think we just destroyed it too much for me to ever go back to him again. But in the future... it was me sort of imagining being a Spinster and being single forever and then go and look for him and he’s married with kids and stuff like that. And we completlety happened by accident and that’s what I mean by “glory days” and stuff like that in it. It was never really meant to happen and I don’t think we ever felt like that about each other at the beggining. It just turned into it.»

sábado, 4 de junho de 2011

sms43

«Amor, mas tu é que tens de controlar esses meus medos. E eu tenho de controlar os teus. Temos de falar de tudo e nunca adiar nada.»

quinta-feira, 2 de junho de 2011

green day

"Sabes o que sinto, amor? Que estou a ir... backwards. Mas não em sentido de segundos. Em sentido de anos. Do cume. E, tu, és o cume."

quarta-feira, 1 de junho de 2011

E é parecido com cair na rua sozinho, quando se ouve uma canção e mais ninguém a está a ouvir ao mesmo tempo. E é a coisa mais triste do mundo.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

sms41

"Sem ti, sai tudo uma porcaria. Se o trabalho fosse sobre ti..."

sms42

"Ah!, a minha proposta de há dias é que me hipnotizes. Tu."
Mais inteligente aquele que o é e o esconde ou aquele que o é e o mostra?

sábado, 28 de maio de 2011

sms40

"Estiveste mesmo atenta... * Tu ainda não chegaste lá, meu amor... Eu tenho pavor de hoje, Gilberta. Estou a tremer, cheio de medo. Já há vários dias. E estou a antecipar o dia de hoje e as próximas semanas há meses e meses. Estou desfeito. E tu mal notas, porque a decisão mais dolorosa que eu tomei este ano a seguir a esquecer-te a ti e a ela ao mesmo tempo foi a de ter decidido não ir ao Baile. Tu não deste conta do quanto doeu.. Foi a primeira vez em que eu me esfolei todo para não parecer anti-social, fui eu que pus a turma a mexer parra reservarem as mesas, até convidei um par para mim. Esse tipo de coisas não estão na minha natureza. Quanto mais discotecas. Eu queria um Baile lindo, com uma Big Band, com um Frank Sinatra a cantar lá à frente, com uma turma de pessoas bonitas e com eu e tu a rirmos muito. Mas eu nunca tenho o que sonho. Nem uma vez. Sonhaste em mudares e encontrares o verdadeiro amor um dia, não sonhaste? E estás a concretizá-lo... Mas eu já só dou por mim a sonhar com um dia em que toda a gente e eu nos portemos bem. Eu desesperei ontem, Inês. Corri que nem louco da Rua Direita até tua casa, dei voltas e voltas a ver se te via, o corro do teu pai chegou e eu fui a correr mais um tempão até ao Teatro Viriato, à cabine. Estava morto. E o que me chegou primeiro ao cérebro foi... "Então, não vais ao Baile amanhã?". Eu caí, amor. Fui a chorar até casa, porque tu não me conheces/conhecias... Ou não terias dito aquilo. E eu fechei os punhos e tentei com toda a força expulsar-te. Fui ao meu blog escrever em letras maiúsculas e cantei muito alto para não olhar para o telemóvel. Hoje é dos piores dias de sempre. Era hoje que precisávamos de estar colados e seguros. Mas tudo o que consigo pensar é em como nem para eu aguentar estes dias fomos capazes de estar juntos há oito dias. É só. <3"

terça-feira, 24 de maio de 2011

Tudo isto é surreal. Hei-de não ter vida futura e voltar ao passado para lembrar o que era viver. (Sentimento dois.) Ou, então, viverei para sempre...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Rain - Mika



(Põe os teus phones no máximo, enquanto te deitas na nossa cama, amor, e ouve comigo, por favor.)

Sunday Smile - Beirut



(Tenho fobia aos Domingos.)

sábado, 21 de maio de 2011

Vou-me lembrar sempre de ti com o teu pólo azul.
A felicidade é mais facil de espalhar e mais difícil de reter.

terça-feira, 17 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

I really can't bare crying myself out anymore.

domingo, 15 de maio de 2011

E sabes porquê?

É que chorar no Verão dói mil vezes mais que chorar no Inverno.

sms39

«Não é por ser um filme. São as boas ideias, amor. As boas ideias fazem-me vibrar. Quem me dera que, quando eu fosse velho, um rapaz falasse à sua namorada sobre uma ideia genial que eu tenha tido. Seria a minha auto-realização. E é, por isso, ao mesmo tempo, que eu odeio a escola e que pego em borboletas e as torno interessantes.»

sábado, 14 de maio de 2011

I... I... I... será que isto ainda me pertence?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

sms38

«Não, não estou. Já me desliguei de ti. Não me lembro do que falámos, do que fizemos, onde estivemos, quando estivemos juntos. E sei que amanhã vou ter outra crise.»

«I will... Did we kissed today? I'm so dizzy...»

domingo, 8 de maio de 2011

Quando estou fraca, acordo com uma mensagem bonita. Fecho os olhos, e respiro um bocadinho melhor. Está muito escuro. Volto a ler a mensagem. É, sim, bonita. (E eu, não, não sou perfeita.)...Tenho de abrir as cortinas. Espero por um beijinho de bons dias, mas só ouço dizerem-me "já vem com o telemóvel na mão". Ainda resisto. Fico na cozinha, mas fraca. Dizem-me mais alguma coisa, mas, não ouço. Vou-me sentar na sala. À espera de acreditar um bocadinho na luz que vem de lá de fora. Não me respondes. Fico fraca. Continuo fraca. Volto a fechar os olhos.
Lavo a cara. O dia hoje não me pode comandar a mim. Amo-o, e por isso vou continuar com os olhos abertos, e acreditar no dia.
"Só queres um bocadinho de paz?" Só. Só quero um pouquinho de luz. Não é pedir muito... (Pelo menos, não hoje.) Não é pedir muito. Esquecemos a mensagem bonita. Esqueceste-a. E eu que me queria agarrar a ela. Para não chorar, para hoje ver as coisas que lá estão fora. E acreditar nelas.
Quando estou fraca, tenho de ir almoçar, enquanto te acalmo por escrito e te digo que sou tua. Não acreditas. Estou fraca, e digo que volto num instante. Sento-me à mesa e, não vendo pelos meus olhos que estou, fazem-me fraca, e confesso o que tenho no dia de hoje. Sim, tenho-o. Agora, tenho de parecer fria e calma, e feliz, e deixar de corar. Acabo de comer, o pouco que consegui. (Desta vez, nem elas repararam.) Levanto-me. Vou lavar a cara. Preciso de água. Preciso de água, e precisava de alma. Um bocadinho de luz. Só hoje... Hoje não vou aguentar muito tempo. Eu sei que não. Volto. A mesa está por arrumar, e tenho eu de a arrumar. Ela tem muito que estudar, e eu (não estou fraca, estou sempre saudável) arrumo.
Tenho de me lembrar de mim, e pego no computador porque tenho um texto para fazer. Para o jornal. (Mas por que raio tenho sempre eu, saudável, de ser a mais saudável e, compelida a transpôr a minha saúde para a folha, impregnar coisas de que não consigo ter o controlo.) Peço por inspiração. Enquanto que ele continua a apertar o meu coração, e eu a tentar parecer saudável. Peço, agora, e explicitamente, um pouquinho de amor. Já não vale a pena. Tudo está discutido, tudo está quebrado, e eu ainda me sinto a abrir os olhos para ter o dever cumprido. estou confusa. (fraca)
Acabei, depois, acabei. Metade do dia parece ter corrido em cinco minutos, os cinco minutos mais negros e obscuros, passados sozinhos numa cela de amor longínquo e de palavras medidas por força que já não tenho.
Assassinato de passados à vista. Eu teimo em não o fazeres, eu teimo em querer ter o passado presente como maneira de me reconhecer no mal. Acabas por não o fazer. Engulo em seco, quando te leio longe. O mais longe durante o dia todo. Banho. Água, ao menos, faz-me sentir viva. Ainda não chorei.
"Devias ler o que escrevi." Atiras-me contra a parede. Sento-me na cama, e engulo todas as lágrimas que querem sair. "I'm scared."
"Don't be."
Leio-te. Sinto saudades tuas. Finalmente, sinto que o dia vai valer a pena. Sinto-me perto do que amo, e longe da noite que passou, que ainda não tinha conseguido esquecer. Sinto-me viva. "Isto és tu..."
"I know. Estou de volta, amor."
Fazemos promessas de te oferecer essa coisa linda no dia dos teus anos. Amo-te, e acredito agora que só tu me consegues dar amor como eu te pedi há horas. Tu pedes-me que eu mude a tua vida. E eu assinto, dizendo que só sendo revolucionários, podemos sair finalmente do sítio onde estamos.
Chamam-me. E eu vou, sabendo que me esqueci de que tinha de sair. Despacho-me, e "Cola-te a mim, estás longe." Digo-te o que se passa, e que volto já. Afastas-te. Não me deixo ficar fraca. Sinto-te com brilho, e sei que te posso fazer viver.
"Durante um mês, não me podes tocar abaixo do pescoço. Está decidido." Tento explicar-te. E digo-te que estou bonita. ... Ouço tudo o que dizes, e insisto em lutar por nós. Deixei a manhã toda para trás, e todo os esforços em ouvir e engolir dentro desta casa, para te dizer que sou só tua. E sou-o. Desconfias. Afastas-te. Não reajes.
Fico fraca.
Tudo o que vem a seguir, é a pior hora do dia.
Se eu disser que o coração é venenoso, não estava fraca. O meu coração aperta o máximo aqui, sendo impulsionado depois por isto - para o chão.
Dizes-me que não entendo. Insistes em que eu não entendo. Eu, sem chorar, pergunto-te o que não entendo. E peço-te para mo explicares. Dás-lhe razão. Imploro-te que não o faças. Dizes-me que não fiz nada, que estás somente a reflectir. Imploro-te que não o faças. Dás-lhe razão, mais um vez. Em tudo. Ela, que tem razão em tudo o que diz. E eu, que tenho de transpôr os sonhos, as bocas, as ambições, os olhares à mesa, as estupidezes acumuladas que me fazem ter o medo tremendo do que estou a assumir, mas fico. Fico. E digo, e olho-os nos olhos. E tenho um orgulho tremendo de ti. Mas tu vais.
Choro. Largo o braço da minha mãe, e ando mais à frente, para que ela não se aperceba. "Está. Eu calo-me, não te quero magoar. E tenho de ir estudar, también. <3" Agora, que já o fizeste, tenho de continuar a acreditar no que faço, mas sozinha. E, no final de contas, não houve amor. Hoje. Não me deste uma pinga de Sol ou luz. E, eu, continuo fraca. Aqui, a escrever, mas a engolir as lágrimas. Acho que já não chorava há uns dias. Tenho de as engolir, contudo. Continuo fraca. (E sei que nem vais reparar. Que preciso de Sol, hoje.) Até à noite. Até amanhã.

A Violent Yet Flammable World - Au Revoir Simone

O que eu queria era viver sem dias escuros.

sábado, 7 de maio de 2011

I like the cold side of the pillow.
When I die, I always am afraid of living again.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

sms35

«Nada-burra, oh tu que ganhas ao meu cérebro. Estou em êxtase. Super sensível e fraco, mas sem cair quando falas comigo. O problema é mais daqui a meia hora, que estar sensível àquela escola é... Percebeste ontem que há muita coisa em mim que é associada à morte? Não te deixa desconfortável?»

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Por Minha Conta - Ana Moura

Sinto que estou a ensinar uma criança a reagir ao mundo. É por isso que não gosto de ti.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ponho o primeiro pé na calçada, e parece que desfaleço.
É muito muito muito muito muito muito muito muito difícil voltar sempre ao Colégio.

Cosmic Love - Florence + The Machine

segunda-feira, 2 de maio de 2011

sms33

«Nada... A fingir que arrumo...

Gosto de morangos...

Sim. E de maçã bravo de esmolfe. E gatos. E chuva. E cartinhas de amor. E beijinhos. E verdades. E mar. E árvores. E língua inglesa. E verde. E fotografias. E música. E cantar. E namorar. E dormir. E tomar banho. E escrever. E sopa da mamãe. E cityville. E Albufeira. E musicais. E sofás e puffs. E gospel.»
Dia com muitas crianças.
Vicente.
Plano maléfico.

sms32

«Não chores, princesa, estou aqui.»

sábado, 30 de abril de 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

sms31

«Adele sempre foi sinónimo de ti, para mim.»

I'll Walk Alone - Martha Tilton

domingo, 24 de abril de 2011

Eu não consigo entender mesmo o que é a vida e o que é suposto sentir while I'm in it.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

«Francisco diz:
Estás de ressaca de nós? Eu estou e é horrível...»

Singing In the Rain - Gene Kelly

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Há duas semanas que não consigo comer. (E nota-se.)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

Fool's in love thing

«Minha Inês,

Adorei a tarde de hoje. Adorei, porque foste muito cuidadosa. Com tudo. Com a roupa, com as palavras, com o toque. Sabes o que mais gostei? Que tenhas admitido sempre que te sentias a ter uma fraqueza, porque não me dói nadinha amparar-te.
Ai... Fiquei tão inundado em amor com tanta coisa. Vou dizer duas que me lembro e que me fazem sorrir como um doido: uma, respondeste por mim a uma mensagem com o meu telemóvel. Sempre achei que isso era coisa de casal sem segredos e que confia plenamente um no outro. Sempre sonhei em estar com alguém que soubesse sempre o que responder por mim nas minhas coisas, seria a relação mais simbiótica de sempre. É parvo achá-lo? Gostava que respondesses a todas as minhas mensagens e telefonemas por mim, excepto as que são de mim para ti, ihih. Bom, a segunda coisa foi quando disseste que enquanto esperávamos pelo elevador que passa pelo 14º andar, poderíamos namorar um bocadinho, para o tempo não demorar a passar. E eu amei-te que nem um tolo nesse segundo, porque me imagino TANTO a fazê-lo contigo. Adorava viver num sítio alto. O resto das coisinhas todas vou-te dizer por mensagem, assim que me responderes. (Espero que não demore muito e que não seja pelo teu papá, porque eu fico instável e não quero ficar, mas ao mesmo tempo o teu bem-estar é a única coisa em que ainda acredito).
Eu sou feliz contigo. E o passado é estúpido. O dia de hoje foi e está a ser bonito.

Eu tiro os meus óculos para veres os meus olhinhos melhor.

Com todo o amor,
Eurípedes

P.S. - Podemos estar juntos para a semana? Espero que possas.»

sms29

«Fazes-me feliz.»

quarta-feira, 6 de abril de 2011

(Que é feito dos textos grandes e suculentos?)
I am today all the things I never thought I could ever be.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

I fell right through the cracks.

Soulmate

: a person with whom one has a feeling of deep and natural affinity, similarity, love, intimacy, sexuality, spirituality, or compatibility.

domingo, 3 de abril de 2011

i-d-iots:

Some people are shit and we never got to see it.

sábado, 2 de abril de 2011

Now And Then - Adele



«Sometimes the hole you left hurts my heart so bad
It cuts through the deepest parts of me
And fills up my mouth with words that I cry
How I'm still trying to stay inside

Hearts break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts

Our hearts break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts

Every now and then my memories ache
With the empty ideas of the ones we'd made
But as time goes on and my age gets older
I love the ones I know, they're enough to picture the rain

'Cause heart break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts

Our hearts break and hearts wait
To make us grow from dust
Then our eyes cry and souls sigh
So that we know that it hurts

You know when to make me, I might just your heal
You know when to make me, I might just your heal
You know when to make me, I might just your heal
You know when to make me, I might just your heal.»

quinta-feira, 31 de março de 2011

you are not your whole past.

A minha vida começou a ficar tão confusa. Com tanta gente dentro, com tantas histórias e ideias, e olhares, e coisas. Com coisas efémeras, que não me importam. Quero perder tudo o que já vivi. Hoje, este é o meu pedido. Quero poder libertar-me disso tudo. Quero mesmo. Acordar de manhã, abrir os olhos, e ver a parede linda reflectida no espelho, as fotografias que estão na parede, desaparecerem... Levantar-me e olhar para tudo pela primeira vez. Por favor... O tempo não pode parar um bocadinho? Não quero construir mais coisas que se hão-de ir embora. "Porque é que não me dizes as coisas tal como elas são?" Assim, se eu soubesse que não vou ver-te mais, não via. E pronto. Era isso. Acabava-se. Mas, se eu soubesse, que as páginas nunca se viram totalmente, que fica tudo rasgado, amarrotado, e quando vemos de longe o nosso livrinho, pelo interior, está tudo tão bem pintado das nossas cores favoritas nas páginas das pessoas favoritas dessas cores. Olha, merda. Quero largar tudo! Comprar um livro novo. E saber quem quero pôr lá! Porque sei. E a vida não me vai comandar, de hoje em diante. Sou eu que vou colar as fotografias nas paredes. E sou eu que vou colar as fotografias nas folhas do meu livrinho pessoal e novo. E, por baixo delas, sou eu que vou escolher a legenda, e vou escrevê-la eu mesma.
As forças e a compreensão difusa não são brilhantina.

Mr. Writer - Stereophonics

terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Love's just the way people found of building certainties.

sábado, 26 de março de 2011

Tenho tanta coisa dentro de mim. (Só te conto a ti tudo o que sou.) O blog está a ser tão pequenino.
Tu esperaste por mim.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Por favor, vem para casa comigo, amor... Vem.

terça-feira, 22 de março de 2011

Quando morrer, deixo de saber pensar.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Saiu À Rua - Luísa Sobral

Sinto-me ligada a ti com nós que já não saem.

domingo, 20 de março de 2011

No Surprises (Radiohead cover) - Regina Spektor

«Hum, e dormir ao pé de ti é das maiores deliciosidades de sempre.»

sms24

«Bom dia, meu amor. Vou falar baixinho para não te acordar... O dia de ontem ensinou-me muita coisa. Nomeadamente, que só vou ser feliz se confiar cegamente em ti e que quero lutar para mandar um chuto a qualquer rapaz que apareça, porque te quero só para mim. :$ E ai de ti que deixes mais alguém sondar o meu coração. Já está na altura de termos um mundinho privado bonito. Já estou melhorzinho, mas só vou ficar bem quando acordares e eu sentir que te sou único. Será que me queres da mesma maneira que eu te quero? :) Hum, e dormir ao pé de ti é das maiores deliciosidades de sempre. Je t'adore, vou esperar. <3»

sábado, 19 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

sms23

«Se eu alguma vez acreditar no Destino, vai ser pela nossa história, Inês. Podíamos ter avançado, mas alguma parte de nós nos disse para esperarmos. E alguma coisa, sejo o Destino, seja a intensidade que ficou das nossas memórias, te está a tornar forte para lutar e está-me a tornar imune a pensar nas coisas que fizeste. Porque eu lembro-me de todas, mas acho, do fundo do coração, que estás a mudar para aquilo que sempre me falaste querer ser... Estou a ser concreto, falo quando não tiveres soninho. E tenho a certeza que nunca na tua vida nenhum rapaz te deu tanto e dá tanto como eu. É bom saber isso, porque lutei por esse lugar. E agora, estou calmo.»




(unknown date)

sms 22

«(Estás de azul... Adoro azul... Obrigado.)

(17th of March of 2011)

sms21

«I want you to fight for me. To love me, to want me. I want to feel you inside me, but without the fear and the pain. I want you to make me strong, like I did to you. I want you not to trade me nor giving up on me. To stop those silly theories. You'll never be dead as long as you have sth to fight for in me. And you have all of me to fight for, because if the day comes when you get me back, I'll be yours. All of me. It's called loving and being loved.»



(unknown date)

quarta-feira, 16 de março de 2011

The suburbs - Arcade Fire

Se me pudessem esvaziar, e saber o que eu sinto.

terça-feira, 15 de março de 2011

Ciclos

Ciclo:

1. Série de fenómenos que se sucedem numa ordem determinada.

2. Parte de um fenómeno periódico que se efectua durante certo espaço de tempo.

3. Período sempre igual de determinado número de anos no fim dos quais devem repetir-se na mesma ordem os sucessos astronómicos ou os factos determinados pelas mesmas causas ou influências.

(…).

Todos nós vivemos em ciclos. Os saudáveis, claro, andam vivendo conforme os ciclos. Os ciclos. Os outros, coitados, vivem nas bordas dos ciclos. Repetem-se. São disformes, para além de pesados. Os ciclos. E os ciclos não são feios pelo que os outros fazem deles… (Não são como a vida.) Não. Os ciclos são feios apenas porque nasceram ciclos - a repetição de algo passado. A falta de originalidade. Os ciclos. Complexidade imitada: os ciclos. Braquimetropia forçada… Novamente. Negligenciada. Estupidez. Porque. Os ciclos. Incansavelmente, os ciclos. Não se vão embora, nem que os expulsemos. Os ciclos, nem que deixemos de comer, os ciclos. Deixamos de sentir, os ciclos. Deixamos de viver: o ciclo. Agora, os ciclos são apercebidos por aqueles que não pretendem viver sem ciclos. Os ciclos. Depois. Os não saudáveis. Os tais. Os ciclos. Não existem por acaso. Ou sim. Talvez, os ciclos. Existam apenas para os configurados (pelos ciclos), e não existam. Os ciclos, para os que têm saúde. Existem? Os ciclos. Existem. Repetem-se? Não. Os ciclos, sim. São maus? Tanto quanto o nosso ego quiser um ciclo. Portanto, o ciclo. Todos nós vivemos em ciclos…

Um. Dois. Dezoito. (Ciclos). Amo-te. Um. (ciclo.)

Depois de nos apercebermos dos ciclos. (À nossa frente: atrás de nós: no topo e no que nos sustém: à esquerda: amanhã: segunda-feira: Agosto: na pantomima: no rio: depois: entretanto: na mãe: na Coca-Cola: no avô não morto: no português: na nuvem). Conseguem ver os iluminados (= com luz) as cores dos Ciclos. Os ciclos. Têm cores.

E é isso o bonito dos ciclos.

O verde. O cinzento. O laranja. O azul-esverdeado. O preto. O brando roxo. E o (meu) azul.

Os ciclos. São todos diferentes. E são ciclos! Vivemos em ciclos. Se não, não morríamos. Ou não morremos. Então, não vivíamos. Os ciclos. Faz eles o que querem de nós. Só temos de ver as suas cores. Os ciclos. São tão bons quanto nos ensinam a ser. Os ciclos. Esta não sou eu. Sou o mesmo ciclo. O outro ciclo. O ciclo que agora vivo. Até porque, apesar do dois ciclo, vivo agora. Não vivi no ciclo da cor que passou por mim. Antes. Vêm? O ciclo. É o meu. E não podemos não viver todos em ciclos. (Assim, escolho o meu ciclo. Mas não conto a ninguém o segredo... Ou então toda a gente saía do ciclo. - E era feliz.)

domingo, 13 de março de 2011

«A diferença entre o medicamento e o veneno está na dose.»

sábado, 12 de março de 2011

Talvez isto seja o fim. De alguma coisa o é. Disso tenho a certeza. Do nada, ou do tudo. De mim, ou do mundo.

A Valsa Do Equador - Rodrigo Leão



Se algum dia me casasse, esta seria a minha banda-sonora.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Dying is hard.

quarta-feira, 9 de março de 2011

A tristeza é imensa e eu não posso chorar. Tudo é feio. Tudo é feio.

(just to remember)

http://www.allmusic.com/album/grease-original-soundtrack-r113664

Somebody To Love - Glee Cast

Aposta-se aqui que quando o Sol acabar, ela será fácil, banal, irritante e sem qualquer traço de inteligência.

terça-feira, 8 de março de 2011

«What you focus on grows stronger.»

Set Fire To The Rain - Adele

Não é falta de inspiração: é demasiada presença de laziness.

(Agora que penso nisso, a preguiça rouba-nos três quintos da vida.)

sms20

«Eu esmero-me sempre, para ti.»

sms19

«Eu pensei em como... Nunca ninguém precisou de mim, amor. Precisar, no verdadeiro sentido da palavra: sentir-se inacabado se não tiver determinado elemento. Precisar é precisar ao longo do tempo, continuamente. E agora, apercebo-me que um dia deixaste de precisar de mim. Caíste e reparaste que precisavas.»

segunda-feira, 7 de março de 2011

domingo, 6 de março de 2011

sms18

«Tu e eu combinamos duma maneira surreal. O poder que temos um no outro é sempre maior que aquilo que eu calculo. Eu já chutei o P. de dentro de ti, tu já me fizeste esquecer tudo e mais alguma coisa da R. e estás prestes a apagar-me a D. perfeitamente. O que temos é maior que amor (não tem lógica, mas é) e sabes como sei? Eu não me limito a tirar de ti all the bad stuff. Fazê-lo já é amor. Mas eu ainda te aliso a pele e acaricio-te as cicatrizes com aquilo que eu sou. Eu sou aquilo que temos, não apenas uma parte de mim. E tu fazes o mesmo comigo. E esta coisa de pensarmos à mesma velocidade, sentirmos à mesma velocidade... É maravilhosa, porque tu gostas da minha face negra e amas a face boa. Mas tu é que deixaste de me amar, um dia... Ou perdeste-te com as tuas coisas. Não és tu que tens de estar insegura: eu ainda lutei dois meses por ti, depois de deixares de me querer. Para estarmos quites, deverias lutar dois meses por mim sem eu te querer. Mas eu não sou assim e eu quero-te. Por isso, o que resta é o medo que tudo volte a acontecer tão de repente como já aconteceu.»

sms17

«Amor... O que se passa com as pessoas? Elas não sofrem a sério. E quando sofrem, enchem-se de orgulho ferido. Que se passa? Quando é que deixaram de sentir? Foi pelos pais que exigem a mais de nós? Foi pela perda de amigos? Foi pela obsessão com o futuro e a carreira? Como é possível? Como é possível que as pessoas não chorem qiuando perdem alguém... Como é possível que não chorem quando não têm tempo para dormir, para conhecer... Quando a escola lhes suga tudo o que há de bom... Quando têm os pais separados ou divorciados ou os irmãos a quilómetros de distância... Que não aprendam com os erros... Eu não entendo. E eu sou forte e tenho todos os dias medo de chorar. Porque quase nunca ninguém me viu chorar e esperam de mim tudo o que eu não sou. Eu sou complexo, estranho, desorganizado, inseguro, sociável, divertido e simpático. Eu não posso dizer a alguém que está bonito hoje sem parecer interessado ou tarado. Eu não posso dizer a ninguém que errou sem ser ignorado. Eu não posso dizer a ninguém que gosto de chuva sem me acharem esquisito. Eu não posso dizer a ninguém que não me interessa a minha média do secundário sem me acharem infantil. Para quê? de que me serve ter vintes e ir para as melhores universidades, se for infeliz como eles? Porque é que as pessoas não aprendem que é mau sermos todos iguais? Porque é que agora se diz "amo-te" de amigos para amigos, como se fosse um "bom dia"? Porque é que esmagam os outros só para se ver o vosso sorriso antes do dos outros? Como é possível que são felizes sem os que vos rodeiam? Que merda de mundo insensível é este? Ninguém é capaz de tocar no ombro de uma cara cabisbaixa e dizer "Olá"... Há regras, há códigos, há seguranças. E quando finalmente tocam no ombro de alguém não é para perguntar "Estás bem?". É para dizer "Sorri," e não ouvir a resposta.»

sábado, 5 de março de 2011

Who You Are - Jessie J

sms16

«Obrigado, amor. Eu gosto imenso dele, acho que é o único entrevistador talentoso da televisão portuguesa. E adorava fazer o que ele faz, mas os meus pais não me apoiam. Tu sabes como sou viciado em descortinar pessoas.»

sexta-feira, 4 de março de 2011

Não te posso dizer o quão feliz me tens feito.
(Mas vou-te pôr cor no peito.)

Live Lounge Special, Adele











quinta-feira, 3 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

Há coisas que não mudam

Quando, antes, eu sentia amor por algo teu, pensava que era teu e toda tua. Esse algo, afinal, não tem nada senão de físico. Tinhas um cabelo amoroso, e agora tens barba. Físico é fátuo.
As coisas continuam físicas, e o teu charme de segunda.
E quando agora penso que estou a sonhar, não estou. Vivi e deixei de viver, para agora viver outra vez.
E já estamos em Março.

If You Were A Sailboat - Katie Melua



«If you were a sailboat I would
sail you to the shore.»

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Well please don't put
Your life in the hands
Of a Rock'n'Roll band
Who'll throw it
All away.

The King's Speech - Alexandre Desplat

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O amor é para todos os dias?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Wicked Game - Chris Isaak



The world was on fire and no one could save me but you.
It's strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I'd meet somebody like you.
And I never dreamed that I'd lose somebody like you.

No, I don't want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I don't want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you (This world is only gonna break your heart)

What a wicked game to play, to make me feel this way.
What a wicked thing to do, to let me dream of you.
What a wicked thing to say, you never felt this way.
What a wicked thing to do, to make me dream of you and,

I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you.

The world was on fire and no one could save me but you.
It's strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I'd love somebody like you.
And I never dreamed that I'd lose somebody like you,

No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love (This world is only gonna break your heart)
With you (This world is only gonna break your heart)
No, I... (This world is only gonna break your heart)
(This world is only gonna break your heart)

Nobody loves no one.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

sms14

«Eu estou morto. Fraquíssimo e morto. E tu estás à espera que eu me agarre a algo em ti para funcionar. Mas não consigo. Eu estou sozinho, ao contrário de ti. Perdi a paciência para socializar, porque nunca estamos a conhecer as pessoas, só as suas projecções. E ninguém me quer porque um dia disse tudo o que pensava de tudo e todos e nenhum deles quer lidar com quem é. É tão triste. Nem ela quer e finge que é burra para se integrar na gente banal. Amor, eu sinto tanto ódio... Tanto ódio dentro de mim, tanta raiva. I feel and think bad things in me all the time. Eu consigo estar 4 horas e meia sem abrir a boca. Nunca me senti tão intolerante e exigente na minha vida e o pior é que sei que tenho todo o direito. A parte que me tira as forças para te voltar a amar é aquela que durante este tempo todo fez de tudo para não te projectar em mais ninguém. Para não inventar pessoas, como tu fazes. Para não usar ninguém. I... Want so freaking bad to trust you. But, can't you handle not hearing "I love you" that soon? (Lê outra vez, que esta custou.)»
08:54

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cantigas de Amor - Os Azeitonas



E não vou ser coerente com o que sinto, mas esta música é muito bonita.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

I would certainly, if not...

Um dia vou deixar de me fartar de pessoas. Um dia vou ser paciente. E ouvir tudo até ao fim. Um dia vou dar espaço à acção e não deixar que as minhas previsões sobre as pessoas liderem a minha conduta (apesar de se mostrarem constantemente verdadeiras). Um dia, vou abrir muito os olhos quando me sinto cansada. Um dia vou forçar-me a ter paciência para ler coisas que não gosto. Um dia, vou deixar de corar muito quando me meto numa situação embaraçosa. Um dia vou deixar de saber lidar com a morte. E, um dia, vou deixar de fantasiar com as pessoas. Porque, i.e., só fantasiadas conseguimos pensar nelas. Um dia, sim... um dia, vou conseguir ouvir as pessoas todas a cantar na rua.

I wanna be next to you, Black and Gold.

The fish swam out of the ocean
And grew legs and they started walking
And the apes climbed down from the trees
And grew tall and they started talking

And the stars fell out of the sky
And my tears rolled into the ocean
Now I'm looking for a reason why
You even set my world into motion

'Cause if you're not really here
Then the stars don't even matter
Now I'm filled to the top with fear
But it's all just a bunch of matter
'Cause if you're not really here
Then I don't want to be either
I wanna be next to you
Black and gold
Black and gold
Black and gold

I looked up into the gray sky
And see a thousand eyes staring back
And all around these golden beacons
I see nothing but black

I feel a way of something beyond them
I don't see what i can feel
If vision is the only validation
Then most of my life isn't real

'Cause if you're not really here
Then the stars don't even matter
Now I'm filled to the top with fear
But it's all just a bunch of matter
'Cause if you're not really here
Then I don't want to be either
I wanna be next to you
black and gold
black and gold
black and gold


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As mentiras. Enojam-me. E a falsidade?
Ao menos, na numbness não há interferências. É isso que gosto nela.
Um só sentido, mas sem direcção.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Anda Comigo Ver Os Aviões - Os Azeitonas



Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu

Anda comigo ao porto de Leixões ver os navios
a levantar ferro
a rasgar o mar

Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
(mas que eu morra aqui)
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as núvens
A rasgar o céu...

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti
Perdi-me. A mim. A ti. Ao mundo. Morri.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Jura - Rui Veloso

Pela segunda vez.



vamos ao estúdio com esta.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Recordar o passado é sempre uma coisa muito triste. Ver fotos antigas é o início de qualquer dor-de-cabeça. Verdadeira.

Já não é nova. Mas viveu. Teve filhos, tirou um curso, construiu uma casa, acreditou em pessoas. Está viúva. O marido morreu. E ela está viúva. Depois disso, e depois de uma vida toda vivida, veio a reencontrar a sua paixão de liceu. A sua grande paixão dos tempos de liceu. Há três anos, casaram. Voltaram a ser paixão. Agora, ele está prestes a morrer. Viúva. De novo. Pela terceira vez.
Se estivesses longe, provavelmente ainda gostaria de ti.
18 créditos.

Balada De Um Banco De Jardim - Os Azeitonas

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

sms13

«Eu estou e vou estar aqui. Para ti. Não vou fugir mais, não vou viver mais em ciclos. Estão a ser dias de rodopio. Mas ainda sou eu. Só desliguei tudo o que fomos para me defender. Sabes bem como é fácil voltar a sentir-te aqui dentro e tu a mim e sabes bem a força com que sabemos arrasar as nossas defesas. Mas também desliguei isso para aguentar. Eu sei como tu és nos dias em que não precisas de mim. Só gostava que entendesses que aquilo que tínhamos não era só por precisarmos um do outro. Acho que entendes, até. Houve toda uma orgânica e fusão e simbiose que tinha a ver com sentir. Foi intenso, não foi? Vai ser sempre, connosco. Quer acredites ou não, está cá tudo ainda em nós. Eu é que ainda não nos deixei dar o "click". Boa noite, boa semanita.»
As apostas perco-as sempre.

E a História de Portugal, essa engana.
Vontade de não-me-dar-a-ninguém.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A Margarida deveria estudar hoje. (Mas são só sessenta páginas, e quanto mais, menos.)
Já só faltam trinta.
E, logo, a caixinha das bolinhas de esferovite vai-se revelar. Por isso, a Margarida vai ficar debaixo de água durante algum tempo. O que não lhe vai deixar muito tempo para as outras trinta.

Vou apostar algo comigo própria, e vou conseguir estudar tudo hoje. A evitar olhar para o Sol lindo que está lá fora. (E perceber.)

Dou-te Um Doce - Lena D'Água

A evolução:


Sinto-te Em Mim - Os Azeitonas


Já Não Te Sinto Em Mim - Os Azeitonas

sms12

«Quando és fria, rasga-se qualquer coisa aqui dentro de mim. Diz-me o que estou a sentir. E se eu precisar de ti quando tu não precisas de mim? Quero tanto tanto confiar cegamente em ti. Poder respirar e não ter medo que te vás embora. Saber que não tenho de competir com ninguém pela tua atenção. É o tipo de coisa que nunca tive dois dias seguidos nas minhas relações. Ganhei medo da noite e contigo elas eram deliciosas e intensas e eu vivia tanto. O plano inicial era curar-te, mas depois fundimo-nos tão bem e eu fiquei tão viciado em ti que finalmente me senti feliz, inteligente e impulsivo. E em vez de te curar para me aproximar de ti, aproximei-me de ti para te curar. Inconscientemente. Mas a verdade é essa: a cura fomos nós e não o que eu fiz, não é? E estragaste tudo. ...E hoje, fizeste muito de racional e analista e eu só precisava de um casulo onde não houvesse pessoas. Não gosto de pessoas. Não sei explicar. Mas de ti gosto. (déjà vu) Preciso de me lembrar onde começou a porcaria. Mas não posso adiar mais. Agora preciso eu de ser curado. Preciso de uma cura forte (mas não imediata) como a que te dei. Merda. Olha, que se lixe, que a resposta seja o que eu sentir ao acordar. Dorme bem.»

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Primeiro Beijo - Rui Veloso

E

Porque não andam as pessoas a cantar na rua?
Não sei onde já ouvi isto, Mas na loucura somos geniais. E tu és genial. Ou estás a ser, porque vem da Loucura, claro.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Tenho é a mania de ser importante. E, hoje, nada me sossega a cabeça. Raios. Vi-te. Ouvi-te. Podia-te definir.



Carinho.
Tenho é a mania de me sentir importante. É perigosa...
Eu podia explicar isto. Até podia explicar tudo. Mas isso requeriria não me sentir humana. Robótica. Esteriotipada. Objectificada. Às vezes até que gosto dos ingleses. Mas eu gosto de pontos finais. Carinho. O que é carinho? Indecisão. O que é indecisão? Rancor. O que é rancor? Saudade. O que é saudade? Carinho. Carinho. O que é? Carinho... (ponto final, Inês.)
Dói-me a cabeça de demais pensar.

Carinho

As pessoas sabem do que gostam e eu tenho dissonâncias comportamentais quanto ao gostar de falar.

Reciprocity

Reciprocity comes always in a lack of form and intensity.

amor de mãe

"Esse Guilherme é aquele rapaz que já tem o irmão mais velho casado?"
"Não, mãe."

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ai. Ai. AI. AI. Ai. Não tinha a cabeça tão fucked up há quanto tempo. (talvez esteja a exagerar)

Swallow It - Brandon Flowers

Tenho de dizer isto. Aliás, porque o vim pensando todo o dia. Não há alegria nenhuma em conhecer alguém. Porque, aliás, nunca se conhece alguém. E o que ganha é sempre a força. Deveria ganhar a razão. Ou a consciência. Por isso: não, não fico feliz (ou extremamente) em conhecer alguém. Porque, aliás, nunca se conhece ninguém.

sábado, 29 de janeiro de 2011

naked

Quero ter calma para conseguir escrever. (Tenho tanto para escrever, que falta só o conseguir escrever...)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Daniela Soares



+ bloco.
Não consigo ser imparcial.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

YOU WON'T EVER EVER EVER HURT ME AGAIN.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Ocupações sub-conscientes.

Estou em modo tudo. Quando à noite quero um abraço, sei exactamente o que fazer. E sei exactamente como me sentir. E o que pensar, também o sei com precisão. Tanto é que durmo e o vago desvagueia. O abraço continua na cabeça, e a cabeça já está fora do abraço. Agora. A cabeça tem de se ocupar com coisas menores (isto não depende do lado através do qual o estivermos a ver?) e essas coisas menores têm que, forçosamente, se tornar interessantes sob qualquer ponto de vista. Sob qualquer lado pelo qual escolhamos, hoje, ontem, de noite ou de dia, olhar para elas. Essas coisas são aquelas sobre as quais os textos de qualquer pessoa não são interessantes. São também essas coisas que tratam os homens que têm talento, e que – escrevendo sobre uma pedra, sob o mar, debaixo da terra ou atrás do Sol – falando sobre elas, qualquer letra e frase e parágrafo e vislumbe se torna matéria digna de meditação.
As coisas tais menores, ou não, não são escolhidas por mim. Ou são. Pois não, não acredito que isto ocorra só comigo, por isso vou partir já do princípio de que algum dos alguéns que ler isto já tenha elaborado este plano mental sub-consciente. As ocupações mentais são só racionais no momento em que decidimos contratá-las. Contratá-las, para virem passar os dias connosco. A partir daí, a nossa intervenção é meramente de hospedeiro, de tesoureiro, de pessoa que requisitou um serviço e que o tem de fazer cumprir, mesmo que o não queira. Pois, por isso a chamo (ou se chama ela a si própria), de sub-consciente. Esta ocupação, vou comparar, é um insecto. Um insecto, uma mosca, que é bonita porque come a matéria apodrecida; e chegamo-nos mais perto dela. Depois disso, ó, ela mordeu-nos. Mordeu e impingiu-nos o seu material. E é a partir daqui que as ocupações mentais (mosquinhas lindas e formosas que comem fruta em putrefacção = pensamentos fantásticos e cintilantes que nos chamam por podermos pensar neles enquanto…) deixam de ser comandadas por nós e passam elas próprias a comandar-nos.
Passamos tempo suficiente a meditar nelas, nas coisinhas cintilantes e novas. E simples; às vezes, contratamos coisas simples – mas isto depende das nossas condições monetárias na altura da necessidade - , convém afirmar. Até nos apercebermos que, meditando, as moscas afinal comem FRUTA PODRE! E não são muito bonitas, convenhamos. Mas, elas prestam um trabalho belo à humanidade. Não assim é? Os pensamentos foram generosos connosco…, tal como as moscas o são a todos os restantes seres vivos. Os pensamentos ajudaram-nos. Os pensamentos ajudaram-nos... Não pedimos abraços a ninguém. Não ficámos mal vistos. Não bebemos demais. Nem cometemos nenhuma loucura. Porquê? Porque tínhamos os pensamentos em vez dos abraços. E os pensamentos, estes ou outros quaisquer, são coisas fortes. Coisinhas muito muito fortes. Tão fortes que evitam actos, impressões ou elucidações.
Assim é. E o problema não é o elas serem sub-conscientes (as ocupações mentais, claro, não as moscas), ao contrário do que possa parecer. Se fossem conscientes, não causariam problemas. Se fossem inconscientes, causariam danos menos visíveis. Mas estas coisas estão assim, como quem não quer causar muitas confusões, no meio de toda a racionalidade, reciprocidade e consciência. Estão. O problema é, na verdade, termos sido nós a contratá-las. E o problema surge assim antes de existir o próprio problema.
Porque, da próxima vez que pensar num abraço, vou-me lembrar da direcção errada. Moscas da fruta. Ou peneiras a tapar o Sol. Ou outra metáfora ainda mais fantástica. E, isso, vai-me levar na direcção da meditação propositada.