segunda-feira, 30 de maio de 2011

sms41

"Sem ti, sai tudo uma porcaria. Se o trabalho fosse sobre ti..."

sms42

"Ah!, a minha proposta de há dias é que me hipnotizes. Tu."
Mais inteligente aquele que o é e o esconde ou aquele que o é e o mostra?

sábado, 28 de maio de 2011

sms40

"Estiveste mesmo atenta... * Tu ainda não chegaste lá, meu amor... Eu tenho pavor de hoje, Gilberta. Estou a tremer, cheio de medo. Já há vários dias. E estou a antecipar o dia de hoje e as próximas semanas há meses e meses. Estou desfeito. E tu mal notas, porque a decisão mais dolorosa que eu tomei este ano a seguir a esquecer-te a ti e a ela ao mesmo tempo foi a de ter decidido não ir ao Baile. Tu não deste conta do quanto doeu.. Foi a primeira vez em que eu me esfolei todo para não parecer anti-social, fui eu que pus a turma a mexer parra reservarem as mesas, até convidei um par para mim. Esse tipo de coisas não estão na minha natureza. Quanto mais discotecas. Eu queria um Baile lindo, com uma Big Band, com um Frank Sinatra a cantar lá à frente, com uma turma de pessoas bonitas e com eu e tu a rirmos muito. Mas eu nunca tenho o que sonho. Nem uma vez. Sonhaste em mudares e encontrares o verdadeiro amor um dia, não sonhaste? E estás a concretizá-lo... Mas eu já só dou por mim a sonhar com um dia em que toda a gente e eu nos portemos bem. Eu desesperei ontem, Inês. Corri que nem louco da Rua Direita até tua casa, dei voltas e voltas a ver se te via, o corro do teu pai chegou e eu fui a correr mais um tempão até ao Teatro Viriato, à cabine. Estava morto. E o que me chegou primeiro ao cérebro foi... "Então, não vais ao Baile amanhã?". Eu caí, amor. Fui a chorar até casa, porque tu não me conheces/conhecias... Ou não terias dito aquilo. E eu fechei os punhos e tentei com toda a força expulsar-te. Fui ao meu blog escrever em letras maiúsculas e cantei muito alto para não olhar para o telemóvel. Hoje é dos piores dias de sempre. Era hoje que precisávamos de estar colados e seguros. Mas tudo o que consigo pensar é em como nem para eu aguentar estes dias fomos capazes de estar juntos há oito dias. É só. <3"

terça-feira, 24 de maio de 2011

Tudo isto é surreal. Hei-de não ter vida futura e voltar ao passado para lembrar o que era viver. (Sentimento dois.) Ou, então, viverei para sempre...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Rain - Mika



(Põe os teus phones no máximo, enquanto te deitas na nossa cama, amor, e ouve comigo, por favor.)

Sunday Smile - Beirut



(Tenho fobia aos Domingos.)

sábado, 21 de maio de 2011

Vou-me lembrar sempre de ti com o teu pólo azul.
A felicidade é mais facil de espalhar e mais difícil de reter.

terça-feira, 17 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

I really can't bare crying myself out anymore.

domingo, 15 de maio de 2011

E sabes porquê?

É que chorar no Verão dói mil vezes mais que chorar no Inverno.

sms39

«Não é por ser um filme. São as boas ideias, amor. As boas ideias fazem-me vibrar. Quem me dera que, quando eu fosse velho, um rapaz falasse à sua namorada sobre uma ideia genial que eu tenha tido. Seria a minha auto-realização. E é, por isso, ao mesmo tempo, que eu odeio a escola e que pego em borboletas e as torno interessantes.»

sábado, 14 de maio de 2011

I... I... I... será que isto ainda me pertence?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

sms38

«Não, não estou. Já me desliguei de ti. Não me lembro do que falámos, do que fizemos, onde estivemos, quando estivemos juntos. E sei que amanhã vou ter outra crise.»

«I will... Did we kissed today? I'm so dizzy...»

domingo, 8 de maio de 2011

Quando estou fraca, acordo com uma mensagem bonita. Fecho os olhos, e respiro um bocadinho melhor. Está muito escuro. Volto a ler a mensagem. É, sim, bonita. (E eu, não, não sou perfeita.)...Tenho de abrir as cortinas. Espero por um beijinho de bons dias, mas só ouço dizerem-me "já vem com o telemóvel na mão". Ainda resisto. Fico na cozinha, mas fraca. Dizem-me mais alguma coisa, mas, não ouço. Vou-me sentar na sala. À espera de acreditar um bocadinho na luz que vem de lá de fora. Não me respondes. Fico fraca. Continuo fraca. Volto a fechar os olhos.
Lavo a cara. O dia hoje não me pode comandar a mim. Amo-o, e por isso vou continuar com os olhos abertos, e acreditar no dia.
"Só queres um bocadinho de paz?" Só. Só quero um pouquinho de luz. Não é pedir muito... (Pelo menos, não hoje.) Não é pedir muito. Esquecemos a mensagem bonita. Esqueceste-a. E eu que me queria agarrar a ela. Para não chorar, para hoje ver as coisas que lá estão fora. E acreditar nelas.
Quando estou fraca, tenho de ir almoçar, enquanto te acalmo por escrito e te digo que sou tua. Não acreditas. Estou fraca, e digo que volto num instante. Sento-me à mesa e, não vendo pelos meus olhos que estou, fazem-me fraca, e confesso o que tenho no dia de hoje. Sim, tenho-o. Agora, tenho de parecer fria e calma, e feliz, e deixar de corar. Acabo de comer, o pouco que consegui. (Desta vez, nem elas repararam.) Levanto-me. Vou lavar a cara. Preciso de água. Preciso de água, e precisava de alma. Um bocadinho de luz. Só hoje... Hoje não vou aguentar muito tempo. Eu sei que não. Volto. A mesa está por arrumar, e tenho eu de a arrumar. Ela tem muito que estudar, e eu (não estou fraca, estou sempre saudável) arrumo.
Tenho de me lembrar de mim, e pego no computador porque tenho um texto para fazer. Para o jornal. (Mas por que raio tenho sempre eu, saudável, de ser a mais saudável e, compelida a transpôr a minha saúde para a folha, impregnar coisas de que não consigo ter o controlo.) Peço por inspiração. Enquanto que ele continua a apertar o meu coração, e eu a tentar parecer saudável. Peço, agora, e explicitamente, um pouquinho de amor. Já não vale a pena. Tudo está discutido, tudo está quebrado, e eu ainda me sinto a abrir os olhos para ter o dever cumprido. estou confusa. (fraca)
Acabei, depois, acabei. Metade do dia parece ter corrido em cinco minutos, os cinco minutos mais negros e obscuros, passados sozinhos numa cela de amor longínquo e de palavras medidas por força que já não tenho.
Assassinato de passados à vista. Eu teimo em não o fazeres, eu teimo em querer ter o passado presente como maneira de me reconhecer no mal. Acabas por não o fazer. Engulo em seco, quando te leio longe. O mais longe durante o dia todo. Banho. Água, ao menos, faz-me sentir viva. Ainda não chorei.
"Devias ler o que escrevi." Atiras-me contra a parede. Sento-me na cama, e engulo todas as lágrimas que querem sair. "I'm scared."
"Don't be."
Leio-te. Sinto saudades tuas. Finalmente, sinto que o dia vai valer a pena. Sinto-me perto do que amo, e longe da noite que passou, que ainda não tinha conseguido esquecer. Sinto-me viva. "Isto és tu..."
"I know. Estou de volta, amor."
Fazemos promessas de te oferecer essa coisa linda no dia dos teus anos. Amo-te, e acredito agora que só tu me consegues dar amor como eu te pedi há horas. Tu pedes-me que eu mude a tua vida. E eu assinto, dizendo que só sendo revolucionários, podemos sair finalmente do sítio onde estamos.
Chamam-me. E eu vou, sabendo que me esqueci de que tinha de sair. Despacho-me, e "Cola-te a mim, estás longe." Digo-te o que se passa, e que volto já. Afastas-te. Não me deixo ficar fraca. Sinto-te com brilho, e sei que te posso fazer viver.
"Durante um mês, não me podes tocar abaixo do pescoço. Está decidido." Tento explicar-te. E digo-te que estou bonita. ... Ouço tudo o que dizes, e insisto em lutar por nós. Deixei a manhã toda para trás, e todo os esforços em ouvir e engolir dentro desta casa, para te dizer que sou só tua. E sou-o. Desconfias. Afastas-te. Não reajes.
Fico fraca.
Tudo o que vem a seguir, é a pior hora do dia.
Se eu disser que o coração é venenoso, não estava fraca. O meu coração aperta o máximo aqui, sendo impulsionado depois por isto - para o chão.
Dizes-me que não entendo. Insistes em que eu não entendo. Eu, sem chorar, pergunto-te o que não entendo. E peço-te para mo explicares. Dás-lhe razão. Imploro-te que não o faças. Dizes-me que não fiz nada, que estás somente a reflectir. Imploro-te que não o faças. Dás-lhe razão, mais um vez. Em tudo. Ela, que tem razão em tudo o que diz. E eu, que tenho de transpôr os sonhos, as bocas, as ambições, os olhares à mesa, as estupidezes acumuladas que me fazem ter o medo tremendo do que estou a assumir, mas fico. Fico. E digo, e olho-os nos olhos. E tenho um orgulho tremendo de ti. Mas tu vais.
Choro. Largo o braço da minha mãe, e ando mais à frente, para que ela não se aperceba. "Está. Eu calo-me, não te quero magoar. E tenho de ir estudar, también. <3" Agora, que já o fizeste, tenho de continuar a acreditar no que faço, mas sozinha. E, no final de contas, não houve amor. Hoje. Não me deste uma pinga de Sol ou luz. E, eu, continuo fraca. Aqui, a escrever, mas a engolir as lágrimas. Acho que já não chorava há uns dias. Tenho de as engolir, contudo. Continuo fraca. (E sei que nem vais reparar. Que preciso de Sol, hoje.) Até à noite. Até amanhã.

A Violent Yet Flammable World - Au Revoir Simone

O que eu queria era viver sem dias escuros.

sábado, 7 de maio de 2011

I like the cold side of the pillow.
When I die, I always am afraid of living again.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

sms35

«Nada-burra, oh tu que ganhas ao meu cérebro. Estou em êxtase. Super sensível e fraco, mas sem cair quando falas comigo. O problema é mais daqui a meia hora, que estar sensível àquela escola é... Percebeste ontem que há muita coisa em mim que é associada à morte? Não te deixa desconfortável?»

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Por Minha Conta - Ana Moura

Sinto que estou a ensinar uma criança a reagir ao mundo. É por isso que não gosto de ti.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ponho o primeiro pé na calçada, e parece que desfaleço.
É muito muito muito muito muito muito muito muito difícil voltar sempre ao Colégio.

Cosmic Love - Florence + The Machine

segunda-feira, 2 de maio de 2011

sms33

«Nada... A fingir que arrumo...

Gosto de morangos...

Sim. E de maçã bravo de esmolfe. E gatos. E chuva. E cartinhas de amor. E beijinhos. E verdades. E mar. E árvores. E língua inglesa. E verde. E fotografias. E música. E cantar. E namorar. E dormir. E tomar banho. E escrever. E sopa da mamãe. E cityville. E Albufeira. E musicais. E sofás e puffs. E gospel.»
Dia com muitas crianças.
Vicente.
Plano maléfico.

sms32

«Não chores, princesa, estou aqui.»