sábado, 30 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
"E comecei a mostrar-lhe a colecção de fotografias dos meus pés. Eu tinha um álbum cheio de folhas secas e cheio de fotografias que tirava sozinha aos meus próprios pés.
«Aqui, foi no Dubai. Aqui, em Tóquio.»
Para além dos meus pés, as paisagens não eram muito variadas. No entanto, fotografar os meus pés era um certificado. Eu tinha estado naquele chão. Eu tinha existido."
«Aqui, foi no Dubai. Aqui, em Tóquio.»
Para além dos meus pés, as paisagens não eram muito variadas. No entanto, fotografar os meus pés era um certificado. Eu tinha estado naquele chão. Eu tinha existido."
segunda-feira, 18 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sms53
«Tu não tens feito nada de mal. Estas coisas vêm do passado. Algumas são dores que tens de segurar em mim, outras são dores que já seguraste. Mas as críticas não vêm da minha dor, vêm da minha amizade contigo. Só te critico quando fazes algo que não está em concordância com o teu modo de ser, ou quando ages segundo o oposto das tuas crenças, ou quando há hipocrisia. Estás a confundir as minhas críticas com a minha abertura de sentimentos, meu amor. Depois de tudo o que nos aconteceu, nem devia ser capaz de dizer que gosto de ti. Mas não só o falo, como ainda espelho quando fazes algo que me dói muito muito. Como quando me deixas sozinho. Nessas alturas, choro muito, porque é como se, sem ti a prender o penso, o sangue jorra. Nessas alturas, não te critico, queixo-me. E sou mau porque, se não for, não sinto a culpa que me faz voltar. Eu tento manipular-me porque sei que é contigo que devo ficar. E também há alturas em que junto ambas as coisas, em que te critico objectivamente ao mesmo tempo que choro por me lembrar das razões que me fazem criticar. Porque eu já não sou simples amigo, 80% das tuas acções foram contra mim ou recaem sobre mim. Tens de confiar que eu posso ter razão no que digo sobre ti, ainda és a única coisa em que sinto lucidez. Assim como tens de identificar quando não passam de crises minhas estúpidas. A questão é que se a minha última crise estúpida foi no último dia de aulas, eu ando agora é a ter explosões de dor à medida que passamos pelos dias em que eu mais sofri o ano passado. Explosões que, para não te magoar, se transformam em implosões. Vais achar ridículo mas eu ando a dar-te uma prova de amor enorme ao conseguir comunicar onde te critico. Pronto, achaste ridículo. Mas é. Se eu não me importasse, não abria a boca, meu amor, é-me muito mais fácil entregar-me ao que me arde, uma vez que já estou habituado. Mas eu tento. Mil. Mil, dizer-te em que deves estar atenta a ti. Desculpa se às vezes não o consigo fazer de forma adequada e te magoo, eu sei, eu sei, mas é tão complicado separar a raiva das minhas palavras. É como combater, em tempo real, um tumor galopante que está prestes a chegar-me à boca e a impedir-me de falar. Com tudo o que sou, desculpa. Esta tarde, com a minha explosão, lembrei-me de promessas tuas que quebraste a mim, de coisas que disseste a outros rapazes que nunca te verei dizer, e do quão precipitada eras. E és. Mas não importa. Um dia, vais entender. Acho que já entendes, mas não sentes: eu dei tudo por ti. É algo gigantes, sabes? Eu aceitei envolver-me numa demanda que me iria tirar o ar todo durante um ano ao arrancar-te do P. e tentar ajudar-te nas partes de ti que tu, logo nos primeiros meses, identificaste como "disfuncionais". Se me amas, tenta interpretar o que vou dizer, meu amor: eu sabia ao que ia. Num só ano, por ti, eu não só mudei de casa, como mudei de amigos, de escola, de gostos, como perdi a minha namorada, deixei de tocar e ir à música, deixei de me importar comigo, morri. Eu comprometi a minha vida futura e abafei o meu passado. E perdi, em todos os aspectos. Mas não me arrependo. Na-da. Amo-te ao ponto de andar há meses a tentar sair de mim para não haver cá dor e ressentimentos que me impeçam de te dar tudo. Ando a lutar contra mim. E se eu pudesse, oh meu amor, se eu pudesse trocava de cérebro para um limpo e amar-te-ia sem ardor. No momento em que me respondias à explosão, três pessoas, ao mesmo tempo, me mandaram uma mensagem. Sem combinarem. E eu sangrei. Só consegui ler: "Ela só te faz mal, pára de te dar." "Lembra-te do quanto choravas." "Isso já é doença, já não é amor.", e tudo me começou a sufocar. Hoje, estou no estado em que devia estar ao voltares. Uma vírgula tua vai fazer-me ter um flash mau. Uma sílaba vai fazer-me cair. Mas o teu silêncio vai fazer-me morrer, por isso, quero ficar aqui. Aqui, ao pé de ti. Aqui. As três pessoas foram a Sah, a minha prima e a Mariana Guerra, sei que vais perguntar. Estou em casa, de manhã fui à missa e almocei no Palácio, voltando às 16h. Não comi nada, não estudei nada. O meu gatinho levou uma injecção muito cara. E acho que +e tudo, espero não ter falhado em nada. Preciso de tempo para gerir tudo o que me disseste. Pronto... Can I tell you I want you? <3»
sábado, 16 de julho de 2011
sms52
«Só para saberes, chorei. O meu estado é ridículo. Mas chorei.
Porque é bonito e é a história que melhor me vou lembrar da minha infância. Mas sem ser por isso, a última meia-hora faz-me lembrar o nosso namoro.
Porque os sentimentos são fortes ao ponto de só serem possíveis num filme. Até que me apercebi que existem em nós. Só em nós.
Chorei muito muito muito. E é um filme patético para se chorar. Mas faz-me pensar em ti constantemente.
Tens de ver. Os sentimentos são iguais. Conheces a história?»
sms51
«Eu sonho em ter o Vicente, amor. Em sustentar-nos, seja de que maneira for. E outras coisas que te deixariam feliz, se tu acreditasses em existir fora de precipitações. É o tal mestrado em Gilbertalogia.»
«Na tua carta ainda mencionas que “o princípio que subjaz à moral não é a mera sobrevivência, mas sim a aquisição de uma vida abundante e plena”. Penso que não te referes tanto a princípio mas sim à finalidade ou função da moral. Aqui reside o problema que in praxis ocorre frequentemente: sendo “uma vida plena” algo difícil de ser definido unanimamente por toda a humanidade – ao contrário da “mera sobrevivência” – torna-se necessário pré-definir quem ou o quê determinará quando é a vida de um indivíduo plena e quando não é. Deverá ser o próprio individuo a determinar da plenitude da sua vida? Se não for, quem será? Se diferentes grupos atribuírem autoridade a diferentes perspectivas, não estará isto na origem dos conflitos que já referi entre as várias perspectivas religiosas na procura de imporem a sua “definição” de absoluto, no caso concreto a sua definição de vida plena?»
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Quero tanto fugir daqui. Quero tanto não saber como me chamo e o que sou, e poder re-encontrar-te. De novo. Quero tanto não saber nada, nada. Não saber onde vivo nem o caminho para casa. Quero tanto não saber amar. Preciso tanto de fugir daqui... De não precisar de mim ou de mais alguém. Queria tanto poder chegar a casa, depois de ter tomado o caminho que nunca soube, e encontrar-te a ti, a primeira pessoa da minha vida, e chorar contigo até não ter mais forças dentro de mim. Não me deixes ficar aqui, sozinha, a saber tanto e a explodir de caminhos. Por favor.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Diz-me uma coisa.
Se eu tiver em mim todos os sonhos do mundo e só vir coisas negras e podres, sem conseguir saber se algo é capaz de ser alguma vez bom, que acontece? Se eu não conseguir desafiar o Destino? Que acontece? Se eu estiver condenada a não sentir amor? Se eu tiver de desacreditar em tudo aquilo em que tive de acreditar quando consegui amar? E se eu acreditar que sou a pior pessoa do mundo, diz-me, ninguém me vai ajudar a ver o que fazer? Se eu ficar sozinha e perdida e sozinha e perdida? Se eu não souber o que fazer e tu não acreditares em mim? O que acontece?, consegues dizer-me? E se eu e tu não pudermos ficar juntos? Aí, o que acontece?
domingo, 10 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sms49
«Vais dormir comigo. Amor, vais faltar um destes dias às aulas e vamos até Torredeita. A pé. Só demora uma hora e meia a lá chegar, pela ciclovia. Juntos, um dia inteiro. Amor. E vais adormecer ao meu colo nesse dia. Ou então, vou calar-me, porque e acabei de lembrar que o teu pai me vai matar se eu te incentivar à rebeldia. Amorzinho, por favor, adormece ao meu colo ainda este mês.»
6 Junho (00:01)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Move Faster - Fingertips
Full of sorrow and pain
I waited for the day
I was born to love
Somewhere
There's a place for us to go
Your strength is in your hands
And your beautiful soul
We have to move faster and faster to know where we belong
We need to move faster and faster to know where we must go
'cause the world is in your hands
It's time to free your mind
'cause the world is in your hands
It's time to free your mind
It's our duty to change
Everything that's wrong
Being bright and strong
Somewhere
I know there is someone who'll say
For sure it's fun enough
To enjoy another day
We have to move faster and faster to find out who we are
We need to move faster and faster 'cause everyone has a star
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
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