quinta-feira, 31 de março de 2011
you are not your whole past.
terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
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sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
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quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Ciclos
Ciclo:
1. Série de fenómenos que se sucedem numa ordem determinada.
2. Parte de um fenómeno periódico que se efectua durante certo espaço de tempo.
3. Período sempre igual de determinado número de anos no fim dos quais devem repetir-se na mesma ordem os sucessos astronómicos ou os factos determinados pelas mesmas causas ou influências.
(…).
Todos nós vivemos em ciclos. Os saudáveis, claro, andam vivendo conforme os ciclos. Os ciclos. Os outros, coitados, vivem nas bordas dos ciclos. Repetem-se. São disformes, para além de pesados. Os ciclos. E os ciclos não são feios pelo que os outros fazem deles… (Não são como a vida.) Não. Os ciclos são feios apenas porque nasceram ciclos - a repetição de algo passado. A falta de originalidade. Os ciclos. Complexidade imitada: os ciclos. Braquimetropia forçada… Novamente. Negligenciada. Estupidez. Porque. Os ciclos. Incansavelmente, os ciclos. Não se vão embora, nem que os expulsemos. Os ciclos, nem que deixemos de comer, os ciclos. Deixamos de sentir, os ciclos. Deixamos de viver: o ciclo. Agora, os ciclos são apercebidos por aqueles que não pretendem viver sem ciclos. Os ciclos. Depois. Os não saudáveis. Os tais. Os ciclos. Não existem por acaso. Ou sim. Talvez, os ciclos. Existam apenas para os configurados (pelos ciclos), e não existam. Os ciclos, para os que têm saúde. Existem? Os ciclos. Existem. Repetem-se? Não. Os ciclos, sim. São maus? Tanto quanto o nosso ego quiser um ciclo. Portanto, o ciclo. Todos nós vivemos em ciclos…
Um. Dois. Dezoito. (Ciclos). Amo-te. Um. (ciclo.)
Depois de nos apercebermos dos ciclos. (À nossa frente: atrás de nós: no topo e no que nos sustém: à esquerda: amanhã: segunda-feira: Agosto: na pantomima: no rio: depois: entretanto: na mãe: na Coca-Cola: no avô não morto: no português: na nuvem). Conseguem ver os iluminados (= com luz) as cores dos Ciclos. Os ciclos. Têm cores.
E é isso o bonito dos ciclos.
O verde. O cinzento. O laranja. O azul-esverdeado. O preto. O brando roxo. E o (meu) azul.
Os ciclos. São todos diferentes. E são ciclos! Vivemos em ciclos. Se não, não morríamos. Ou não morremos. Então, não vivíamos. Os ciclos. Faz eles o que querem de nós. Só temos de ver as suas cores. Os ciclos. São tão bons quanto nos ensinam a ser. Os ciclos. Esta não sou eu. Sou o mesmo ciclo. O outro ciclo. O ciclo que agora vivo. Até porque, apesar do dois ciclo, vivo agora. Não vivi no ciclo da cor que passou por mim. Antes. Vêm? O ciclo. É o meu. E não podemos não viver todos em ciclos. (Assim, escolho o meu ciclo. Mas não conto a ninguém o segredo... Ou então toda a gente saía do ciclo. - E era feliz.)
domingo, 13 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
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segunda-feira, 7 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
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sábado, 5 de março de 2011
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sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Há coisas que não mudam
As coisas continuam físicas, e o teu charme de segunda.
E quando agora penso que estou a sonhar, não estou. Vivi e deixei de viver, para agora viver outra vez.