sábado, 5 de fevereiro de 2011
sms12
«Quando és fria, rasga-se qualquer coisa aqui dentro de mim. Diz-me o que estou a sentir. E se eu precisar de ti quando tu não precisas de mim? Quero tanto tanto confiar cegamente em ti. Poder respirar e não ter medo que te vás embora. Saber que não tenho de competir com ninguém pela tua atenção. É o tipo de coisa que nunca tive dois dias seguidos nas minhas relações. Ganhei medo da noite e contigo elas eram deliciosas e intensas e eu vivia tanto. O plano inicial era curar-te, mas depois fundimo-nos tão bem e eu fiquei tão viciado em ti que finalmente me senti feliz, inteligente e impulsivo. E em vez de te curar para me aproximar de ti, aproximei-me de ti para te curar. Inconscientemente. Mas a verdade é essa: a cura fomos nós e não o que eu fiz, não é? E estragaste tudo. ...E hoje, fizeste muito de racional e analista e eu só precisava de um casulo onde não houvesse pessoas. Não gosto de pessoas. Não sei explicar. Mas de ti gosto. (déjà vu) Preciso de me lembrar onde começou a porcaria. Mas não posso adiar mais. Agora preciso eu de ser curado. Preciso de uma cura forte (mas não imediata) como a que te dei. Merda. Olha, que se lixe, que a resposta seja o que eu sentir ao acordar. Dorme bem.»
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