Quase a chorar. É como vens falar comigo. E me sussurras. É assim, quase a chorar, que vou ter contigo lá fora, e quase a chorar me contas (o que é) tudo de um passado que... E eu falo como se (ainda) estivesse ao teu lado sentada. -E ainda jogássemos ao jogo dos olhos.
(estou cheia de frio. e tu vês-me a tremer.)
É assim, assim... que te dou encontrões e me chamas de nomes. Still. Mas, quase a chorar que nunca chorámos. Não me lembro de alguma vez nos termos despedido. Nem nunca de te ter ouvido falar dessas coisas com outro alguém que não eu. Precisas de mim. Eu sei-o. Mas eu já não.
Quase a chorar. Mas eu não choro. Não há passado que valha choros. E menos tu. Muito menos. Tu.
Baunilha & Azul.
Os anos da Daniela foram mil divertidos! E o Nhielo vai ser tão feliz nesse seu novo aquário...!
(Ahh. Esquecia-me que vim para casa sem sono nenhum: mas mil cansada. Acho que vou ter de falar com alguém - preciso de alguém para falar e dizer asneiras - como quando estou carente.
Só me enche a cabeça o fumo do teu cigarro.)
sábado, 23 de janeiro de 2010
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parece-me que tens razão. mas corre-me de feição: tu estavas errada antes. o que eu te fiz passar é um frete,e eu devo sentir que é um frete que te dou, isto de te dar os meus fretes para averiguação. mas és hipócrita- quando me ouves e não me queres ouvir.
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