O que eu gosto de ti é
Quando tu não fazes nada.
Se falares eu rio e,
E, raios, não sei que te diga...!
Ao menos, quando não fazes nada.
Eu não tenho que te pensar
E não tenho que nem responder aos meus
Pensamentos.
Eu não quero que me olhes.
(Não me penses. Não. Não me toques, - sequer)
Se tocas, fico frágil.
E, frágil...
(A vida não é nem como um filme.)
Frágil... eu tocava-te de novo.
E, pensava em ti. E talvez
Te respondesse
Sem pensar no que não pensei.
Então, prefiro que te sinta
Só porque não
Te sinto.
E assim feliz
guardo a minha felicidade para
o Negro.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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