E depois, eu penso: mas que raio, como é que as pessoas conseguem viver sendo tão efémeras?
(Bem, deixem-me construir primeiro o pensamento aqui dentro, para depois não me ser difícil de explicar.)
Eu sinto. Mas não o extrapolo assim... tanto. Mas, quando eu olho para trás, vejo só o que de facto disse e fiz. Mas não o que sentia. Cá dentro, e não o dizia ou escrevia.
(Acho que, até aqui, não sou tão anormal assim...)
O que eu não entendo, é como é que - os outros; alguns outros - conseguem sentir e fazer tudo tão rapidamente, e gritar, e não ter medo de se arrepender, e desejar, e sentenciar, e depois, espalhar e beijar e, assim? Sem medo nem senão? Não... eu não consigo.
E acho que não sou eu fechada demais.
domingo, 21 de março de 2010
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