Sabes o quanto gosto de ti.
Sei que gostas de mim.
Fico contente por sermos cúmplices nesta difícil caminhada.
Mas é no lado errado desta cumplicidade que, também,
nos descobrimos. Fico bué mal quando me chateio contigo, acredita.
Sei que, às vezes, sofres muito porque as coisas não
têm o sentido certo. Mas admiro-te pela grandeza de carácter,
pela inteligência que tens, pela menina responsável que és.
Não me quero atravessar no teu caminho de futuro.
Não quero ser um incómodo no teu rumo de vida.
Mas deixa-me, sempre, partilhar contigo tuas alegrias e tristezas. Deixa-me ser pai preocupado e responsável. Deixa-me sofrer e rir por ti (e contigo).
Tu (e a mana) sois as minhas estrelas; o meu Sol.
Porque acredito que é possível sermos felizes luto e não me resigno.
Porque acredito que seremos capazes de chegar longe (e mais além) não baixo os braços.
Se souberes o que é amor, acredita que tudo o que faço hoje é porque vos amo muito.
(Ontem cheguei ao jantar da Raquel a chorar.
Acordei hoje com isto na minha almofada.)
Acordei hoje com isto na minha almofada.)
Sem comentários:
Enviar um comentário