(se eu fosse mais forte).
Acredito que tenhas gostado tanto de mim, e nem sequer vias nada em mim. Porque não existia. Ou seja, apenas existia porque mais ninguém existia. Mas a estupidez prevalecia. E irritavas-te com isso. E sabias que tinhas de te agarrar a mim porque mais ninguém entendia o nada, que era alguma coisa de difícil para mim na altura. E de lindo.
Agora, que eu nasci do nada que deixaste, não vês nem vejo eu. E pronto, é esta a nossa história. Sempre pronta a repetir-se. E é este mesmo o problema.
sábado, 15 de janeiro de 2011
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