domingo, 6 de março de 2011

sms18

«Tu e eu combinamos duma maneira surreal. O poder que temos um no outro é sempre maior que aquilo que eu calculo. Eu já chutei o P. de dentro de ti, tu já me fizeste esquecer tudo e mais alguma coisa da R. e estás prestes a apagar-me a D. perfeitamente. O que temos é maior que amor (não tem lógica, mas é) e sabes como sei? Eu não me limito a tirar de ti all the bad stuff. Fazê-lo já é amor. Mas eu ainda te aliso a pele e acaricio-te as cicatrizes com aquilo que eu sou. Eu sou aquilo que temos, não apenas uma parte de mim. E tu fazes o mesmo comigo. E esta coisa de pensarmos à mesma velocidade, sentirmos à mesma velocidade... É maravilhosa, porque tu gostas da minha face negra e amas a face boa. Mas tu é que deixaste de me amar, um dia... Ou perdeste-te com as tuas coisas. Não és tu que tens de estar insegura: eu ainda lutei dois meses por ti, depois de deixares de me querer. Para estarmos quites, deverias lutar dois meses por mim sem eu te querer. Mas eu não sou assim e eu quero-te. Por isso, o que resta é o medo que tudo volte a acontecer tão de repente como já aconteceu.»

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