domingo, 9 de janeiro de 2011

Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Eu vou cair. Não posso de modo algum voltar a cair. Mas eu vou cair.

6 comentários:

  1. Há um ano atrás, dir-te-ia para teres calma e gerires tudo devagarinho. Hoje... Digo-te o mesmo. Independentemente de tudo. Porque nunca chegas a cair realmente, sabias? Não tu. E, se por um lado te faz muito mal, por outro lado, aguentas-te perfeitamente até chegares a Lisboa. Bottom line: respira*

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  2. Faz-te mal nunca caíres totalmente. Faz, sim. Espero que um dia vejas, tirando todo o sentido dramático à expressão.

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  3. Cair em quê? (Para não estarmos a falar em antíteses.)

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  4. Ai. Lê o teu post. Caíres. Ao chão. Com força. Não estamos, mas fico por aqui.

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